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CVR de Lisboa vai englobar Ribatejo e Estremadura
Emigrante/Mundo Português | 23-10-2007
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Qual o número de produtores que a CVR de Lisboa vai integrar?

Presentemente, na Estremadura há cerca de 100 produtores a comercializarem directamente o vinho que produzem. No Ribatejo o número é inferior, mas admito que entre Estremadura, Bucelas, Carcavelos, Colares e o Ribatejo, venha a ser um número próximo de 200, o dos agentes económicos que comercializam. Embora, os que têm um volume significativo de garrafas - acima das 500 mil - seja um número mais reduzido, entre 25 a 30 agentes económicos.

Qual será o volume de produção de vinho?

Na totalidade, com indicação geográfica, com denominação de origem e vinho de mesa das duas regiões, este ano andará por 1,5 milhões de hectolitros. Depende sempre dos anos, obviamente, mas andará entre 1,5 a dois milhões de hectolitros.

Será no futuro, a segunda região a nível nacional, em termos de produção na totalidade do vinho. Porque Trás-os-Montes e Douro tem uma produção ligeiramente superior ao somatório da Estremadura e do Ribatejo.

As verbas para gestão desta nova CVR terão que aumentar?

Essas serão decisões que terão que ser tomadas em conselho geral pelos produtores. De momento, não está prevista uma alteração do valor dos selos. Digamos que a receita será o somatório das receitas anteriores. Não há de momento, qualquer perspectiva de alteração.

As receitas provêem da venda dos selos?

Essencialmente. Há uns subsídios, inscrições de vinha, mas tudo isso, comparado com o valor da venda dos selos de certificação, não tem qualquer peso.

A promoção é uma aposta forte para a nova CVR de Lisboa?

O principal objectivo é o da certificação. Qualidade. Imediatamente a seguir, vem o da promoção. É evidente que tem que se produzir «bom» e depois tem que se vender bem. É nessa perspectiva que vamos dar um reforço à parte da promoção.

Principalmente, para os mercados externos. Haverá necessidade sempre de alargar os mercados, mas essencialmente (a promoção) é no reforço dos mercados onde estamos inseridos. Nomeadamente em relação à Escandinávia, a empresa portuguesa que maior volume de vinhos exporta para a Noruega, é uma empresa aqui da região. E atrás dessa vêm outras da região, que, principalmente para os mercados nórdicos e do Reino Unido, têm uma quota muito importante.

 
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