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		<title>Infovini | Geral</title>
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		<description>Feed geral do Infovini - o portal do vinho português</description>
		<webMaster>infovini@infovini.com (Equipa do Infovini)</webMaster>
		<item><title>ViniPortugal nomeada pelo &#34;International Wine Challenge</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1898</link><description>A maior prova de vinhos on-line organizada pela ViniPortugal no Reino Unido, a Big Tasting, foi nomeada pelo International Wine Challenge para umas das três melhores campanhas de promoção de vinhos no Reino Unido. &#60;br /&#62;
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Os vencedores serão reveladas amanhã, dia 7 de Setembro, numa cerimónia a decorrer no Hotel Hilton Park Lane, em Londres, às 19h00.&#60;br /&#62;
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A Big Tasting, organizada pela ViniPortugal, em conjunto com o especialista de vinhos Oz Clarke, foi a maior prova de vinhos portugueses realizada On-line e a ser vista a partir de Londres para qualquer parte do mundo, reunindo mais de 3000 consumidores numa só prova.&#60;br /&#62;
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Considerado como um dos Concursos Mundiais de Vinho mais prestigiado, o &#38;#34;International Wine Challenge&#38;#34; é uma iniciativa que decorre anualmente e conta com a participação de vinhos de vários países.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Portugal Global</description><pubDate>Tue, 07 Sep 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1898</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>A guerra do vinho do Porto e a falta de visão do Estado</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1896</link><description>Este ano, o Douro vai produzir 110 mil pipas de mosto generoso, o mesmo que o ano passado. Venceu a proposta da lavoura. Os representantes do comércio propunham 100 mil, só que o ministro da Agricultura, por via do presidente do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP), Vilhena Pereira, colocou-se ao lado da produção na sua velha &#38;#34;guerra&#38;#34; com as empresas exportadoras e votou a favor da proposta da Casa do Douro, que defendia a manutenção do mesmo quantitativo de 2009. Mas o que parece ser uma boa decisão para os viticultores durienses pode, a prazo, vir a prejudicá-los.&#60;br /&#62;
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Para se ter uma ideia do que está em jogo, as tais 10 mil pipas que separavam as duas partes correspondem a uma receita de cerca de 10 milhões de euros. Era esse o dinheiro que não entrava na região se a proposta dos comerciantes tivesse vingado. Em época de crise, o Governo foi sensível ao impacto social do chamado benefício (a quantidade de vinho do Porto que cada viticultor pode produzir). Há milhares de agricultores no Douro que dependem da venda de uvas para vinho do Porto. &#60;br /&#62;
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Nos últimos anos, o quantitativo autorizado de vinho do Porto tem vindo a baixar. Um viticultor que há 10 anos tinha direito a produzir, por exemplo, oito pipas, hoje só pode produzir um pouco mais de metade. Cada pipa, de vinho feito ou vendidas as uvas e a autorização para as vinificar a outro produtor (o famoso cartão de benefício), rende cerca de mil euros. Cortar ainda mais só agravaria a situação já de si difícil de milhares de agricultores.&#60;br /&#62;
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As estatísticas também pareciam estar do lado da lavoura. Em 2009, foram autorizadas 110 mil pipas de mosto generoso que, somando a aguardente que é preciso adicionar, corresponderam a 139 mil pipas de vinho do Porto. Mas venderam-se 150.700 pipas. Como se não bastasse, as vendas nos primeiros meses do ano estavam a aumentar cerca de 5 por cento. Tudo boas notícias.&#60;br /&#62;
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Mas há outros números que influenciam o negócio e que, por não terem sido levados em conta, podem tornar ainda mais sombrio o futuro do vinho do Porto. Entre 2000 e 2009, as vendas totais de vinho do Porto baixaram de 171.700 pipas para 150.700. Em contrapartida, o excesso de capacidade de venda aumentou, atingindo no último ano os 30 por cento, o maior valor das últimas duas décadas. Na prática, em 2009, as empresas de vinho do Porto podiam ter vendido, se houvesse interessados, mais 46 mil pipas, possuindo em stock quatro pipas por cada uma que venderam, quando a chamada lei do terço as obriga a ter três pipas por cada vendida. &#60;br /&#62;
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Foi com base nestes números e nas intenções de compra apresentadas pelas empresas e cooperativas que os representantes do comércio propuseram uma redução de 10 mil pipas no total de vinho do Porto a produzir este ano, de modo a adequar a oferta à procura existente. Ao alinharem com a posição da Casa do Douro, o Governo e o presidente do IVDP acalmaram a lavoura e garantiram no imediato um encaixe maior para a região. Mas mostraram falta de coragem e visão a longo prazo. &#60;br /&#62;
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Já se suspeitava que o aumento das vendas de vinho do Porto nos primeiros meses do ano não era sólido e os últimos meses confirmaram-no. Se tudo correr bem, é possível que as vendas aumentem este ano, mas apenas cerca de 1,5 por cento, muito pouco face à diminuição de 12 por cento registada nos últimos dois anos. As consequências são óbvias: como os excedentes vão continuar muito altos e a procura deverá ser inferior à oferta, as grandes cadeias de distribuição vão querer, e poder, comprar vinho mais barato, beneficiando da conjuntura adversa. Vendendo mais barato, as empresas e as cooperativas vão pagar menos aos agricultores. Quando se entra neste ciclo vicioso, com uma contínua quebra do preço na produção e no consumidor, as consequências poderão ser dramáticas para todos. Foi o que aconteceu ao xerês, que nunca mais recuperou. &#60;br /&#62;
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Face à crueza dos números - entre 2000 e 2009, o valor total da comercialização de vinho do Porto baixou de 414 milhões de euros para 352 milhões -, só há uma forma de evitar a catástrofe anunciada: reduzir de forma significativa a área de vinha apta a produzir vinho do Porto (compensando justamente os viticultores atingidos), para incentivar a procura e fomentar o aumento dos preços do vinho e do valor fundiário dos terrenos. É esse o segredo do champanhe, por exemplo. No Douro tem acontecido o contrário: com a transferência de direitos de plantação das zonas altas para as zonas mais baixas, a área para vinho do Porto tem vindo a aumentar, apesar da diminuição das vendas e do aumento dos excedentes; e a área para vinhos de mesa também não pára de crescer (à custa de direitos de plantação adquiridos fora de região), apesar das necessidades do mercado não o justificar. E, com tudo isto, as terras têm perdido valor. Um hectare de vinha em Champanhe vale quase 20 vezes mais do que no Douro. &#60;br /&#62;
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Perante este cenário, o Governo continua a insistir no erro e a pensar apenas no curto prazo, cedendo à demagogia e à chantagem de dirigentes da lavoura (Casa do Douro e algumas cooperativas) que, apregoando a sua defesa, só a têm afundado. Cândida e impunemente. &#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Pedro Garcias | Suplemento Fugas, Jornal Público</description><pubDate>Sat, 04 Sep 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1896</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Uma obsessão nacional</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1897</link><description>Para o bem e para o mal, com o entusiasmo de uns, a complacência de outros... e para desconforto de alguns, a Touriga Nacional instituiu-se de vez como a casta portuguesa de excelência, o emblema internacional de Portugal, a variedade mais conhecida e identificativa das mais de trezentas castas autóctones existentes no país. A sua eleição e recente aclamação resultaram de um processo de apuramento natural, de uma predilecção quase universal pelas suas características e qualidades, numa decisão independente de nomeações políticas ou das sentenças de secretaria que por vezes pervertem a racionalidade da sociedade portuguesa.&#60;br /&#62;
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Não foi certamente por obra do acaso que a Touriga Nacional se espalhou de forma franca e consistente por todo o território nacional, convertendo-se na casta fetiche de tantas regiões e de tantos produtores nacionais, comparecendo na pluralidade dos lotes dos melhores vinhos pátrios. Se em tempos a sua arrumação geográfica se resumiu às regiões do Dão e Douro, com cada uma das regiões a reivindicar a sua paternidade, hoje a casta encontra-se presente por todos os recantos do país. &#60;br /&#62;
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De norte a sul, do interior ao litoral, do continente às ilhas, dos climas mais secos aos ambientes mais húmidos, da planície à montanha, das regiões mais clássicas e conservadoras às regiões mais dinâmicas e progressistas, das denominações mais ricas em castas autóctones às denominações mais parcas na diversidade, a Touriga Nacional conseguiu aclimatizar-se e prosperar, oferecendo perfis distintos segundo as características de cada um dos seus novos lares.&#60;br /&#62;
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Sim, é verdade que as modas vêem e vão, consoante as marés e os ventos que sopram na ocasião. Sim, é seguro que a afeição pela casta nem sempre foi correspondida e que a Touriga Nacional, hoje tão valorizada, já foi, num passado relativamente recente, uma casta desprezada, quase escorraçada das novas plantações durienses, condenada de forma genérica pela sua baixíssima produção. O que hoje é seguro, nem sempre o foi no passado...&#60;br /&#62;
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Porém, apesar da espontaneidade da escolha da casta Touriga Nacional como montra privilegiada dos vinhos nacionais, nem todos concordam com a sua nomeação para porta-voz dos vinhos lusitanos. Para alguns, a simples ideia de reduzir a expressão da imensa diversidade da ampelografia nacional a uma só variedade, por muito boa que esta seja, e a Touriga Nacional é-o certamente, sobrevém como uma aposta redutora e potencialmente perigosa. &#60;br /&#62;
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Enfileirar a promoção internacional de um país que possui mais de trezentas castas válidas e únicas apoiando-se somente em uma, poderá suscitar alguns melindres congénitos. Promover uma só variedade num país com um passado histórico, tal como na actualidade, que continua a privilegiar os vinhos de lote, associando múltiplas castas no mesmo vinho, é razão suficiente para levantar algumas questões pertinentes.&#60;br /&#62;
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E, claro, tal como acontece com todos os casos de sucesso palpável, também a Touriga Nacional acabou por ganhar os seus detractores fiéis, sofrendo um processo de condenação devoto por parte de alguns sectores descontentes, acusada de promover a desgraça de converter os vinhos portugueses numa imensa sensaboria... deixando-os em tudo idênticos. &#60;br /&#62;
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Uma acusação ambígua e fortuita, que, a ser considerada, acabaria por condenar ao fado da monotonia a maioria das regiões internacionais, assentes num pequeno núcleo de castas. Imagina-se, por exemplo, e para ilustrar a demagogia da afirmação, a perspectiva de um francês querer sentenciar toda a região de Bordéus a uma infinita insipidez por todos os produtores utilizarem as mesmas castas, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot, aqui e ali completadas por um ou outro tempero? Ou, seguindo o mesmo raciocínio, imagina-se a perspectiva de um alemão estigmatizar as regiões de Mosela ou Rheingau a um tremendo tédio, por todos os produtores viverem de uma só casta, o Riesling?&#60;br /&#62;
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Curiosamente, e apesar de se falar tanto da Touriga Nacional, os vinhos estremes da casta continuam relativamente raros. Na verdade, e por algum estranho paradoxo que a razão nem sempre consegue explanar, hoje existem menos vinhos estremes de Touriga Nacional que num passado recente, quando a casta estava menos dispersa pelo país e quando ainda não beneficiava da mesma deferência que colhe actualmente. O que, assumindo o desejo institucional de querer promover internacionalmente a variedade... acaba por ser um contra-senso da produção!&#60;br /&#62;
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Para os produtores de sempre, tal como para a quase totalidade dos novos produtores que investiram nos vinhos estremes da Touriga Nacional, o paradigma tem sido relativamente semelhante, apostando em vinhos fermentados e estagiados em madeira, vinhos do segmento superior, com maior ou menor sucesso qualitativo e comercial. &#60;br /&#62;
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De entre os clássicos, o padrão evidente a transcrever têm sido a Quinta do Crasto e a Quinta dos Roques, respectivamente do Douro e Dão, os dois produtores de referência nos vinhos estremes da casta. Estranhamente, raramente se avistava a casta sem o tradicional estágio em madeira, apresentada numa versão mais leve, franca, frutada e sedutora. Uma tendência que parece agora querer alterar-se com a maturidade do T-Nac, da Quinta da Falorca, no Dão, um Touriga Nacional estreme sem passagem por madeira. &#60;br /&#62;
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A edição 2008 apresenta-se tremendamente fresca, vibrante na acidez, floral até dizer basta, seca e tensa, num vinho alegre e vivo, de carácter nervoso, que se porta de forma brilhante à mesa. Igualmente interessante está o Costa do Pombal Touriga Nacional Unoaked 2009, da Vallegre, no Douro, directo e sensual, com a fruta a apontar o caminho.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Rui Falcão | Suplemento Fugas, Jornal Público</description><pubDate>Sat, 04 Sep 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1897</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Vinho Madeira com três novos mercados</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1894</link><description>A comercialização do Vinho Madeira no mercado regional, em 2009, foi de 445.316,30 litros, representando em euros 2.948.939,58. Estes números foram divulgados ao JORNAL da MADEIRA pelo Instituto do Vinho, Bordado e Tapeçarias da Madeira (IVBAM), o qual refere que há novos mercados de exportação, como Austrália, Macau e Singapura.&#60;br /&#62;
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Paula Cabaço, representante daquele instituto, refere-nos que os produtos regionais, como é o exemplo do vinho, são «fruto da experiência do povo madeirense e representam um incontestável contributo para o desenvolvimento da economia e progresso da Madeira».&#60;br /&#62;
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O IVBAM, em articulação com os agricultores e empresários madeirenses, tem feito uma grande aposta na modernização e desenvolvimento deste sector da economia tradicional madeirense, procurando sempre adequar os produtos às necessidades do mercado, não só regional como também internacional.&#60;br /&#62;
Estas acções promocionais do Vinho Madeira inserem-se no âmbito do projecto co-financiadopelo Programa INTERVIR + Plano Promocional do Vinho Madeira.&#60;br /&#62;
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A França é, sem dúvida, o país que mais importa vinho Madeira, com um total de 1.157.381, 75 litros comercializados no decorrer do último ano.&#60;br /&#62;
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Logo a seguir, vem o mercado alemão com 310.106, 15 litros.&#60;br /&#62;
Açores, Reino Unido, Japão, Estados Unidos da América, Bélgica, Holanda, Canadá,Dinamarca, Noruega, Itália, Espanha, Áustria e Finlândia são mais alguns dos destinos onde o Vinho Madeira é comercializado.No que se refere aos novos mercados onde em 2009, o Vinho Madeira começou a ser comercializado - Austrália, Macau e Singapura- os dados do Instituto do Vinho, Bordado e Tapeçarias da Madeira apontam para 1.506.00 litros, 450,00 e 900,00 litros respectivamente. &#60;br /&#62;
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&#60;strong&#62;IVBAM promove cinco iniciativas sobre o vinho da Região&#60;/strong&#62;&#60;br /&#62;
O Instituto do Vinho, do Bordado e do Artesanato da Madeira (IVBAM) promove, este ano, cinco iniciativas, no âmbito da Festa do Vinho, que visam promover os produtos regionais, com particular destaque para o Vinho Madeira.&#60;br /&#62;
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Com o objectivo de valorizar a fotografia, como forma de expressão artística, sensibilizar e motivar para a cultura madeirense, renovar a imagem do Vinho Madeira e contribuir para a promoção do destino turístico madeira, através do Vinho Madeira, foi lançado o concurso defotografia &#38;#8220; O Vinho Madeira em imagens&#38;#8221;.Entre os dias 2 e 5 de Setembro, o vinho da Madeira e produtos regionais vão estar à mostra no Largo da Restauração. Para além disso, o lançamento de um livro, uma exposição no espaço Infoarte, da Direcção Regional do Turismo e uma série de seminários que vão abordar a temática do vinho da Região.&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Jornal da Madeira</description><pubDate>Fri, 03 Sep 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1894</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Porto Cálem homenageia sabores do mundo</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1895</link><description>Propostas todas elas surpreendentes aliadas a um novo estilo de vinho do Porto, leve e inconfundível, lançado recentemente pela marca &#38;#8211; O Cálem Porto Rosé. &#60;br /&#62;
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Enquanto marca universal representada nos 5 continentes, a Cálem alia toda a experiência de mais de 150 anos de bem-fazer, às tendências dos tempos modernos com a sugestão de cinco atractivos cocktails revelando como fonte de inspiração os sabores de cada continente. &#60;br /&#62;
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Todos eles concebidos a partir da mais recente aposta da marca &#38;#8211; o Cálem Porto Rosé, esta criação surge em homenagem a fidelidade dos seus clientes presentes nos mais diversos cantos do mundo e apela à enorme versatilidade de consumo deste inovador estilo de Vinho do Porto. &#60;br /&#62;
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A marca desafia o consumidor para descobrir uma nova dimensão do Vinho do Porto e desfrutar de momentos de pura descontracção, com paladares sugestivos como o café, a lima, os frutos vermelhos, hortelã-pimenta, pétalas de rosa, noz-moscada, ananás e baunilha. &#60;br /&#62;
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Para apreciar sem preconceitos, em casa, com a família e amigos, pode ser servido como aperitivo, com muito gelo, servido em copo largo ou vermute com uma decoração a gosto.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Portugal Global</description><pubDate>Fri, 03 Sep 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1895</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Vinho Verde bate recorde de exportações</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1892</link><description>Os Estados Unidos da América continuam a liderar a tabela com a compra de cerca de um milhão e 733 mil litros de Vinho Verde (equivalente a mais de 3 milhões 700 mil euros). França, Brasil e Reino Unido mantêm lugares de destaque. &#60;br /&#62;
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Se nos primeiros cinco meses de 2009 foram exportados cerca de 5 milhões e 907 mil litros de Vinho Verde (mais de 13 milhões 476 mil euros), este ano, as vendas para os mercados externos ascenderam aos 6 milhões e 361 mil litros (cerca de 14 milhões 680 mil euros). Estes dados, únicos na história do Vinho Verde no panorama internacional, representam um aumento de mais de 453 mil litros (mais de 1 milhão 200 mil euros) no período entre Janeiro e Maio de 2010, comparativamente com mesmo período de 2009. &#60;br /&#62;
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Entre os principais países importadores de Vinho Verde destacam-se os Estados Unidos da América, cujo consumo tem vindo a aumentar consideravelmente, evidenciando-se como líder do mercado internacional. Um milhão e 733 mil litros de Vinho Verde (equivalente a mais de 3 milhões e 700 mil euros) foi a quantidade de Vinho Verde exportada para os EUA durante os cinco primeiros meses de 2010. São mais 415 mil e 642 litros de Vinho Verde comparativamente a período homólogo de 2009. &#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Os dados apresentados reafirmam França, Brasil e Reino Unido como alguns dos principais mercados externos. Em França, com o aumento de mais de 65 mil litros de vinho adquiridos este ano, os valores ultrapassaram os 712 mil litros. Para o Brasil, o crescimento foi de 121 mil e 160 litros de Vinho Verde, passando para cerca de 320 mil litros, em 2010. &#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Relativamente ao Reino Unido, no ano passado, o consumo entre Janeiro e Maio rondava os 163 mil 659 litros (cerca de 293 mil 388 euros). Com um aumento de quase 74 mil litros, o Reino Unido passou a consumir 237 mil e 363 litros de Vinho Verde, em igual período de 2010.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Portugal Global</description><pubDate>Thu, 02 Sep 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1892</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Cluster dos Vinhos do Douro quer preservar castas durienses</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1893</link><description>A ADVID promove na sexta-feira, no Peso da Régua, uma sessão de divulgação e debate sobre o Cluster dos Vinhos da Região Demarcada do Douro, aprovado em 2008 pelo Ministério da Economia.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
O objectivo é fazer um ponto de situação sobre os projectos que estão a ser desenvolvidos com vista à modernização do sector vitivinícola duriense.&#60;br /&#62;
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Um desses projectos é, segundo o director executivo da ADVID, Fernando Alves, a preservação da variabilidade genética das castas durienses, que foi alvo de uma candidatura a fundos comunitários.&#60;br /&#62;
 &#60;br /&#62;
&#38;#34;Queremos preservar todas as castas que neste momento possam estar em risco de desaparecimento e de erosão genética no Douro&#38;#34;, afirmou à agência Lusa.&#60;br /&#62;
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O responsável explicou que vão ser identificados os locais onde as castas em risco se encontram, para depois as recolher, catalogar, estudar e colocá-las num banco genético de material da videira, que vai ser instalado no centro sul do país.&#60;br /&#62;
 &#60;br /&#62;
Este projecto será integrado num programa de preservação da biodiversidade das castas a nível nacional.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
O cluster está a promover ainda projectos relacionados com a zonagem e cartografia da região, avaliação do potencial enológico das uvas ou a produção sustentada em viticultura.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
O objectivo é tornar a produção dos vinhos durienses mais competitiva e ecológica e aumentar a qualidade do produto.&#60;br /&#62;
 &#60;br /&#62;
O cluster congrega empresas exportadoras, sociedades vitivinícolas, produtores engarrafadores, adegas cooperativas, associações sectoriais, organismos reguladores, universidades nacionais e estrangeiras, empresas metalúrgicas, biotecnológicas, consultoras agrícolas ou viveiristas. &#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Oje</description><pubDate>Thu, 02 Sep 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1893</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Produção de vinho Bairrada deve crescer 13%</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1890</link><description>A nota informativa datada de ontem, dia 30 de Agosto, refere um &#38;#34;bom desenvolvimento&#38;#34;, quer das uvas brancas, como das tintas, na região da Bairrada, com aumentos de 17 e 12%, respectivamente.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
As estimativas apontam assim para um volume total de 270 mil litros na actual campanha, tendo o volume de 2009/2010 ficado pelos 238 mil. É uma subida também em comparação com a média das últimas cinco campanhas, que não foi além dos 317 mil litros.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
O MADRP alerta que &#38;#34;as previsões de colheita são um importante instrumento na gestão da campanha vitivinícola e das perspectivas de mercado&#38;#34; e de um modo geral o cenário parece ser animador um pouco para todo o país.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Estima-se que a produção de vinho na campanha 2010/2011 tenha, a nível nacional, um crescimento também de 13%, face à campanha passada, atingindo um volume de 6,3 - 6,4 milhões de hectolitros. Trata-se de um aumento na ordem dos 480 mil hectolitros, em relação a 2009/2010.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
A região do Tejo regista a maior subida (com 17%), seguida da Beira Interior (com 14%), da Bairrada e do Douro (ambas com um aumento de 13%).&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Notícias de Aveiro</description><pubDate>Wed, 01 Sep 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1890</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Vinhos de Lisboa conquistam medalhas no Berliner July Wein Trophy 2010</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1891</link><description>Os dois protagonistas são a Casa Santos Lima, galardoada com duas medalhas de Ouro - Bons Ventos e Espiga, e uma de Prata - Vale Perdido, todos vinhos tintos 2009 Regional Lisboa e a Companhia Agrícola do Sanguinhal, distinguida com Ouro pelo seu Quinta de S. Francisco, Branco 2009 DOC Óbidos.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Na sua primeira edição e já seguindo as novas directivas do OIV, o Berliner July Wein Trophy, pretende coincidir a prova dos vinhos com o seu lançamento, tendo sido portanto apenas provados vinhos de 2009. Neste contexto, a avaliação de mercado é vantajosa para os produtores, distribuidores e consumidores. &#60;br /&#62;
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Os Vinhos de Lisboa inserem-se numa região com grande carisma vinícola que agrega alguns dos DOCs mais reconhecidos nacional e internacionalmente, entre os quais &#38;#8220;Colares&#38;#8221;, &#38;#8220;Bucelas&#38;#8221;, &#38;#8220;Carcavelos&#38;#8221;, &#38;#8220;Óbidos&#38;#8221;, &#38;#8220;Alenquer&#38;#8221;, &#38;#8220;Arruda&#38;#8221;, &#38;#8220;Encostas D&#38;#8217;Aire&#38;#8221; e &#38;#8220;Torres Vedras&#38;#8221;, para além do Vinho Regional Lisboa.&#60;br /&#62;
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Os Vinhos da Região de Lisboa têm vindo a registar um sucessivo incremento no volume comercializado, nomeadamente para os mercados externos, com uma quota de 49% do total certificado, o que a coloca numa posição privilegiada no âmbito das regiões vitivinícolas nacionais mais destacadas. Os principais destinos são Angola, Bélgica, Reino Unido, Estados Unidos da América, Noruega, Canadá e Alemanha.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; CVR Lisboa</description><pubDate>Wed, 01 Sep 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1891</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Adegas do Tejo lançam iniciativa para atrair turistas às vindimas</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1887</link><description>Esta acção, denominada &#38;#8220;Portas Abertas do Tejo&#38;#8221;, é organizada pela Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo) e, segundo esta entidade, são esperados mais de mil participantes. O objectivo é afirmar a região vitivinícola enquanto um &#38;#8220;espaço ideal&#38;#8221; para uma visita em família ao Ribatejo, diz a CVR em comunicado hoje divulgado.&#60;br /&#62;
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&#38;#8220;A riqueza proporcionada pela diversidade de solos e climas do Ribatejo e o reencontro com a espetacularidade paisagística oferecida pelo rio Tejo são excelentes motivos para conhecer como são produzidos os nossos vinhos e visitar a região&#38;#8221;, refere José Pinto Gaspar, presidente da CVR Tejo, no referido documento.&#60;br /&#62;
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Segundo dados oficiais da CVR Tejo, este ano é esperado um aumento de 25 por cento na produção de vinho na região, em relação à campanha do ano passado, o que significa uma produção de aproximadamente 68 milhões de litros de vinho.&#60;br /&#62;
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&#38;#8220;Pelos indicadores que temos, tudo indica que este ano a qualidade dos vinhos brancos deverá ser muito boa, superando mesmo os resultados obtidos no ano passado, em que já se tinha verificado uma boa colheita&#38;#8221;, acrescenta Frederico Falcão, enólogo da Companhia das Lezírias.&#60;br /&#62;
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&#38;#8220;O Ribatejo é uma terra de vinhos, de cavalos e campinos, mas também de castelos, mosteiros e igrejas que falam de história, de cidades e de vilas que foram paços reais, e em que o rio Tejo foi preponderante, já que a sua navegabilidade possibilitava a deslocação frequente da corte real&#38;#8221;, frisa ainda José Pinto Gaspar.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Lusa/ionline</description><pubDate>Tue, 31 Aug 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1887</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Rozès promove conversas sobre o vinho do Porto em Vila Real </title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1888</link><description>Para marcar o final de saison e o início da época das vindimas, a Rozès promove, no próximo dia 3 de Setembro, a partir das 21h00, um convívio em torno do vinho do Porto, no Café Concerto do Teatro de Vila Real. Num ambiente descontraído, a porta está aberta para provar um Porto e participar numa conversa informal sobre Vinho do Porto, claro está. &#60;br /&#62;
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O actor principal deste encontro será o novo Terras do Grifo Porto Rosé e o palco escolhido, o Café Concerto do Teatro de Vila Real, reconhecido por ser um local acolhedor, onde o bom gosto e boa música imperam. &#60;br /&#62;
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Por esta altura, o Douro está como nunca esteve: a beleza das suas paisagens assume agora novos contornos. A época das vindimas traz um brilho extra à região, quer seja pela azáfama expressa nos rostos das suas gentes, quer pelos milhares de turistas que a visitam todos os anos.&#60;br /&#62;
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Não querendo deixar passar este acontecimento em claro, a Rozès preparou, em parceria com o Café Concerto do Teatro de Vila Real, um evento que pretende reunir todos os amantes de Vinho do Porto. O vinho em destaque será o Terras do Grifo Porto Rosé, um vinho extremamente fresco, muito leve e delicado, que funciona na perfeição como aperitivo, quebrando a &#38;#8220;regra&#38;#8221; de consumo do Porto apenas como digestivo.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Mediana</description><pubDate>Tue, 31 Aug 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1888</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Austrália proibida de usar designação Vinho do Porto</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1889</link><description>Além da designação Porto, os termos Champanhe e Xerez também terão de deixar de ser usados, pelo que a Austrália tem um ano para eliminar o uso de tais nomes.&#60;br /&#62;
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Este acordo foi assinado há dois anos entre a UE e a Austrália e insere-se no programa comunitário de proteção do regime de rotulagem baseado na localização geográfica dos produtos.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Lusa/Diário Digital</description><pubDate>Tue, 31 Aug 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1889</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Vindima arranca hoje na Madeira</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1882</link><description>A Vindima 2010 arranca hoje na Região. A presidente do Instituto do Vinho, do Bordado e do Artesantao da Madeira (IVBAM), Paula Cabaço, acentua que, tal como tem vindo a acontecer nas anteriores vindimas, o Instituto &#38;#8220;procederá à fiscalização das uvas à entrada dos postos de recepção dispersos na Região, de forma a garantir a qualidade que é fundamental&#38;#8221; para a produção do Vinho Madeira, do Vinho Terras Madeirenses e Vinho Madeirense.&#60;br /&#62;
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Deste modo, relembra &#38;#8220;a todos os viticultores que as uvas entregues às casas compradoras devem ser acompanhadas dos cadernos de vindima&#38;#8221;, salientando que no que se refere à qualidade das uvas &#38;#8220;é importante recolher as uvas maduras e sãs, mesmo que implique apanhar duas ou três vezes&#38;#8221;.&#60;br /&#62;
Realçou ainda que o IVBAM &#38;#8220;irá dar continuidade ao sistema de apoio à qualidade da uva, através da prestação da forma gratuita e mediante solicitação prévia dos viticultores de um serviço de controlo da maturação pré-vindima&#38;#8221;.&#60;br /&#62;
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Assim, considerou &#38;#8220;estarem reunidas as condições para se atingir os principais objectivos para a vindima de 2010, nomeadamente garantir o escoamento da totalidade das uvas que apresentarem a qualidade mínima exigível, ou seja as uvas com grau mínima de nove&#38;#8221;.&#60;br /&#62;
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Como medida de prevenção, o Conselho de Governo autorizou, na passada sexta-feira, o secretário regional do Ambiente e dos Recursos Naturais a permitir aos viticultores entregar uvas de castas europeias com um grau alcoólico inferior em menos uma unidade ao mínimo legal permitido. Segundo explicou Manuel António Correia, esta medida preventiva apenas será adoptada caso a evolução da vindima de 2010 tal justifique, acrescentando que, nesse caso, aos viticultores será permitido entregar «uvas de castas europeias, desde que apresentem grau alcoólico provável, pelo menos, maior ou igual ao mínimo legal, menos uma unidade, ou seja, com o mínimo de oito graus».&#60;br /&#62;
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As uvas objecto desta decisão, precisou o governante, não poderão, contudo, ser afectas à produção de vinho Madeira ou de mesa, sendo destinadas à produção de produtos alternativos. Nesta situação, o preço a pagar será de 0,60 cêntimos por quilo. Mas, caso o viticultor opte por isso, as uvas podem ser devolvidas ao mesmo, já transformadas em mosto, sendo neste caso, o valor a pagar de 0,50 cêntimos.&#60;br /&#62;
Relativamente à casta &#38;#8220;Arnsburger&#38;#8221;, Manuel António Correia referiu que o preço a pagar nas mesmas situações atrás referidas será de 0,40 cêntimos e 0,30 cêntimos por quilo, respectivamente.&#60;br /&#62;
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As despesas inerentes a este processo serão suportadas pelo Governo Regional, através do Orçamento do IVBAM, referiu o secretário.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Jornal da Madeira</description><pubDate>Mon, 30 Aug 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1882</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Douro espera colheita 40% acima da de 2009</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1884</link><description>A Região Demarcada do Douro estima um aumento da colheita para as cerca de 300 mil pipas nesta vindima, mas as atenções estão muito concentradas nas condições meteorológicas que poderão condicionar a produção. &#60;br /&#62;
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Já se vindima no Douro. Algumas propriedades começaram a cortar as uvas brancas, enquanto as tintas estão um pouco mais atrasadas em termos de amadurecimento. Dentro de duas semanas, a Região Demarcada estará em plena vindima. &#60;br /&#62;
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Segundo dados da Associação de Desenvolvimento da Viticultura Duriense (ADVID), a expectativa de colheita possui um intervalo entre as 303 e as 366 mil pipas. O responsável, Fernando Alves, disse à agência Lusa que se prevê uma &#38;#34;boa&#38;#34; colheita, mas &#38;#34;não extraordinária&#38;#34;. Quanto à qualidade, o responsável espera um &#38;#34;resultado final muito bom&#38;#34;.&#60;br /&#62;
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A confirmarem-se as previsões, o aumento da produção será de cerca de 40% comparativamente com a declarada no ano passado (211 mil pipas) e cerca de 20% a 25% superior à média de produção do Douro (265 mil pipas). &#60;br /&#62;
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&#60;strong&#62;Produção regular no Dão...&#60;/strong&#62;&#60;br /&#62;
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Uma &#38;#34;produção regular&#38;#34; é esperada este ano na Região Demarcada do Dão, ainda que existam alguns receios quanto à possibilidade de vir a registar-se uma vaga de calor que leve as uvas a entrar em &#38;#34;stresse hídrico&#38;#34;.&#60;br /&#62;
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O enólogo Carlos Silva explicou à agência Lusa que, neste momento, &#38;#34;a relação fruto/vegetação está equilibrada, sendo esperada uma produção regular&#38;#34;, e, no que respeita à qualidade, &#38;#34;as condições climatéricas até agora são favoráveis&#38;#34;. No entanto, até à vindima, que deverá começar em força por volta do dia 15, &#38;#34;há muita coisa que pode acontecer&#38;#34;.&#60;br /&#62;
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&#60;strong&#62;... divisão em Lisboa...&#60;/strong&#62;&#60;br /&#62;
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Os produtores da região de Lisboa consideram que é cedo para saber como será o vinho deste ano e dizem que a maturação da uva está atrasada, embora em Carcavelos a vindima seja mais cedo, devido ao calor. Já no Bombarral, se se mantiver o tempo seco, é esperada &#38;#34;uma cultura fantástica (...) porque tudo indica que vamos ter uma colheita muito boa&#38;#34;, disse Carlos João Pereira da Fonseca, da quinta do Sanguinhal.&#60;br /&#62;
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&#60;strong&#62;... e aumento no Alentejo&#60;/strong&#62;&#60;br /&#62;
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&#38;#34;O andamento das vindimas está dentro do ritmo normal. Nós até já enchemos a nossa capacidade e estamos em período de fermentação&#38;#34;, afirmou Joaquim Carvalho, presidente da Adega Cooperativa da Vidigueira, Cuba e Alvito. &#60;br /&#62;
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Também a Cooperativa Agrícola de Reguengos de Monsaraz perspectiva &#38;#34;inverter a tendência dos últimos três anos&#38;#34;, em que &#38;#34;se registaram quebras na produção&#38;#34;, disse o enólogo da &#38;#34;casa&#38;#34;, Rui Veladas. Borba espera manter a produção ao &#38;#34;nível do ano transacto&#38;#34;. Portalegre acredita que a maior percentagem colhida será de uvas tintas.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Jornal de Notícias</description><pubDate>Mon, 30 Aug 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1884</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Sinais de retoma chegam às empresas de Vinho do Porto</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1886</link><description>É incontornável: os 100 pontos que a &#38;#8216;Wine Spectator&#38;#39; atribuiu em Maio ao Dow&#38;#39;s Porto Vintage 2007 - produzido pelo grupo Symington - deram um novo fôlego internacional ao Vinho do Porto, sector que garante 85% das suas vendas nos mercados internacionais.&#60;br /&#62;
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Só no primeiro semestre deste ano, as exportações já aumentaram 10%, impulsionadas por crescimentos em países como os Estados Unidos, o Reino Unido e a Holanda. Embora mais modesto, o mercado doméstico também contribuiu para que a comercialização total de Vinho do Porto ultrapassasse os 146 milhões, mais 12% que no primeiro semestre de 2009.&#60;br /&#62;
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Apesar dos bons indicadores, Paul Symington, presidente da Symington - a maior produtora e engarrafadora de Vinho do Porto no país - é cauteloso. O ano &#38;#34;começou bem, com os nossos clientes a reporem &#38;#8216;stocks&#38;#39; após o pior da turbulência de 2009&#38;#34;, diz.&#60;br /&#62;
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Mas &#38;#34;esta recuperação é frágil e persiste a preocupação de que seja mais fraca do que se previa&#38;#34;, avalia. Afinal, o sector do Vinho do Porto está marcado por uma &#38;#34;tendência de longo prazo que mostra um lento declínio desde 2000 em alguns dos principais mercados&#38;#34;, salienta Paul Symington, cuja empresa explora 950 hectares de vinha no Douro.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Económico</description><pubDate>Mon, 30 Aug 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1886</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Vindimas já decorrem no Alentejo e adegas esperam uvas de qualidade e em quantidade</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1885</link><description>&#38;#8220;A uva que estamos a receber é de qualidade e com o grau ideal&#38;#8221;, assegurou à agência Lusa Joaquim Carvalho, presidente da Adega Cooperativa da Vidigueira, Cuba e Alvito.&#60;br /&#62;
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As vindimas entre os associados desta adega cooperativa do distrito de Beja, &#38;#8220;afamada&#38;#8221; sobretudo pelos seus vinhos brancos, arrancaram na última segunda feira.&#60;br /&#62;
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&#38;#8220;O andamento das vindimas está dentro do ritmo normal. Nós até já enchemos a nossa capacidade e estamos em período de fermentação&#38;#8221;, acrescentou.&#60;br /&#62;
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De acordo com Joaquim Carvalho, a quantidade de uva recebida este ano vai ser &#38;#8220;superior à média&#38;#8221; registada pela adega nas campanhas transatas, visto que, nos últimos dois anos, registaram-se &#38;#8220;quebras muito grandes&#38;#8221;.&#60;br /&#62;
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&#38;#8220;Por isso, vamos produzir mais este ano&#38;#8221;, sublinhou, embora não tenha adiantado números.&#60;br /&#62;
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Também a Cooperativa Agrícola de Reguengos de Monsaraz (Carmim), cujos associados já começaram as vindimas no passado dia 18, perspetiva &#38;#8220;inverter a tendência dos últimos três anos&#38;#8221;, em que &#38;#8220;se registaram quebras na produção&#38;#8221;, disse o enólogo da &#38;#8220;casa&#38;#8221;, Rui Veladas.&#60;br /&#62;
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&#38;#8220;Esperamos voltar a ter uma produção média. Este ano choveu muito e as vinhas têm estado a fazer uma maturação mais atrasada. A expetativa é que a vindima se prolongue para lá do habitual&#38;#8221;, disse.&#60;br /&#62;
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Segundo o enólogo da Carmim, que é a maior produtora de vinhos do Alentejo, as previsões apontam ainda para uma &#38;#8220;boa&#38;#8221; qualidade da uva seja &#38;#8220;boa&#38;#8221;, esperando a empresa receber cerca de 19 milhões de quilos de uva na atual campanha.&#60;br /&#62;
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&#38;#8220;Tudo depende de como vão correr as próximas semanas em termos climatéricos, mas a nossa expetativa passa por aumentar a qualidade e quantidade&#38;#8221;, sublinhou Rui Veladas.&#60;br /&#62;
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Por seu turno, Manuel Rocha, diretor geral da Adega Cooperativa de Borba, que iniciou a produção esta sexta feira, espera manter a produção ao &#38;#8220;nível do ano transato&#38;#8221;.&#60;br /&#62;
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&#38;#8220;Esperamos uma produção controlada. Em termos de qualidade ainda é cedo para falar, mas esperemos que seja tão boa como no ano passado&#38;#8221;, declarou.&#60;br /&#62;
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Também contactada pela Lusa, fonte da Adega Cooperativa de Portalegre (ACP) revelou que a campanha para rececionar as uvas dos seus 120 cooperantes foi iniciada segunda feira.&#60;br /&#62;
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A mesma fonte explicou que não há ainda uma estimativa da quantidade de uvas que a ACP vai receber, mas, à partida, a maior percentagem será de uvas tintas.&#60;br /&#62;
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Em termos qualitativos, os responsáveis consideram que também é cedo para avançar com uma avaliação, uma vez que as altas temperaturas das últimas semanas tiveram como consequência que as uvas parassem os processos de maturação.&#60;br /&#62;
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De acordo com a mesma fonte, em determinadas zonas geográficas da região de Portalegre, prevê-se alguma quebra da produção, devido à precocidade da uva e à pluviosidade registada na altura da floração, entre outros fatores.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Lusa</description><pubDate>Sun, 29 Aug 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1885</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Vinhos de Lisboa vendem mais em 50 países</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1883</link><description>Segundo Carlos João Pereira da Fonseca, da Comissão Vitivinícola da Região de Lisboa (CVR-Lisboa), esta CVR foi autorizada a mudar a designação de &#38;#8220;Estremadura&#38;#8221; para &#38;#8220;Lisboa&#38;#8221; em maio 2008, pelo que os vinhos apenas em 2009 começaram a usar a nova designação e &#38;#8220;é demasiado cedo para se ter números fiáveis acerca da influência que a mudança de nome teve nas vendas da região&#38;#8221;. &#60;br /&#62;
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No entanto, os resultados que esta região tem obtido &#38;#8220;são muito positivos&#38;#8221;, tendo &#38;#8220;subido todos os anos no número de vinho certificado&#38;#8221;, apesar da crise, passando de &#38;#8220;cerca de 17, quase 18 milhões de garrafas em 2007 para 21 milhões de garrafas em 2009&#38;#8221;, considerou. &#60;br /&#62;
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&#38;#8220;Este ano, até junho, no primeiro semestre, voltámos a subir sete por cento e as exportações têm continuado também a ser um dos grandes motores das vendas da nossa região. Nós exportamos, pelos números que temos, mais de 50 por cento do vinho certificado, neste momento, para mais de 50 países&#38;#8221;, afirmou. &#60;br /&#62;
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Este responsável salientou que a região transformou-se muito nos últimos tempos, &#38;#8220;desde a nova tecnologia, às adegas, aos enólogos e aos próprios produtores&#38;#8221;, já que ao lado dos tradicionais, há novos produtores &#38;#8220;que estão há 10 ou 12 anos no mercado&#38;#8221;.&#60;br /&#62;
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Carlos João Pereira da Fonseca salientou que a alteração da designação da CVR pretendeu &#38;#8220;um nome que tivesse maior notoriedade no mercado externo&#38;#8221;, porque &#38;#8220;o mercado nacional que é um mercado saturado&#38;#8221; e &#38;#8220;o nome de Lisboa, que é a capital do país, é uma grande referência&#38;#8221;. &#60;br /&#62;
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&#38;#8220;Evidentemente que também temos crescido no mercado nacional. Este aumento todo não é só da exportação, mas a parte mais significativa é a do mercado externo&#38;#8221;, salientou. &#60;br /&#62;
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O vinho de Lisboa é exportado sobretudo para Angola, Bélgica, Reino Unido e EUA.&#60;br /&#62;
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Depois há outros destinos importantes, como a Noruega, à cabeça de outros países eslavos, o Canadá e a Alemanha, numa lista de 50 países que inclui destinos tão diferentes como o Brasil, a Austrália, a China, os Emirados Árabes, a Índia, o Qatar e Guadalupe. &#60;br /&#62;
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Para promover o vinho no estrangeiro, a CVR-Lisboa participa em ações com outras entidades, mas também tem iniciativas próprias, muitas com o apoio da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), que tem decrescido muito nos últimos anos. &#60;br /&#62;
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&#38;#8220;O Estado desinvestiu muito nos orçamentos dos ICEP locais e nós temos tido muita dificuldade em obter apoio do ICEP precisamente pela falta de meios que as delegações têm nos mercados de destino&#38;#8221;, criticou, salientando que Portugal &#38;#8220;tem de continuar a apostar nos mercados e é claro que isso custa muito dinheiro, mas é um trabalho que tem de ser feito e tem de haver apoio se se quiser continuar a exportar&#38;#8221;.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Diário Digital/Lusa</description><pubDate>Sun, 29 Aug 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1883</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Vinhos brancos de Almeirim vão ser mais aromáticos este ano</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1880</link><description>Apesar da vaga de calor que assolou a região no final de Julho e início de Agosto, os enólogos das principais adegas da zona de Almeirim são unânimes em dizer que o ano de 2010 vai ser um óptimo ano para os vinhos brancos, que devem apresentar-se muito aromáticos.&#60;br /&#62;
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A vindima da uva branca começou na primeira semana deste mês e as perspectivas, até ao momento, são as melhores, prevendo-se um aumento na produção porque apesar de adversas as condições climatéricas acabaram por ajudar este sector.&#60;br /&#62;
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&#38;#8220;Estamos bastante entusiasmados com esta vindima. A uva está em óptimo estado na vinha. Existe alguma humidade no solo, devido ao Inverno rigoroso que tivemos e as plantas estão bastante saudáveis, pelo que estamos com grandes expectativas relativamente aos resultados qualitativos deste ano vinícola&#38;#8221;, explicou Dina Luís, enóloga do Casal Branco. &#60;br /&#62;
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A perspectiva do enólogo da Adega Cooperativa de Almeirim, Romeu Gonçalves, vai no mesmo sentido, reforçando que as uvas que têm sido entregues pelos produtores são de boa qualidade.&#60;br /&#62;
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O calor veio dar uma &#38;#8220;mãozinha&#38;#8221; na maturação dos vinhos e prevêem-se brancos muito aromáticos e bem equilibrados. Para prevenir o elevado grau alcoólico, algumas adegas iniciaram a vindima mais cedo este ano. &#38;#8220;Arrancámos uma semana antes em relação ao ano passado (a 10 de Agosto), porque já no ano passado o calor fez aumentar os níveis de açúcar e por conseguinte o grau alcoólico. &#60;br /&#62;
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Este ano quisemos prevenir e iniciámos a campanha mais cedo para não obtermos esses teores tão elevados de álcool. Até porque a tendência é beberem-se vinhos com menos grau, principalmente os brancos&#38;#8221;, refere o enólogo da Adega Cooperativa da Gouxa, Tiago Felícia.&#60;br /&#62;
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O segredo para um bom vinho está, primeiramente, na boa qualidade da uva e no bom tratamento da vinha durante todo o ano.&#38;#8221;Esse é um factor fundamental. Nós temos terrenos pobres. É tudo charneca, areias e as uvas são muito ricas e com uma grande complexidade aromática, o que se traduz depois no vinho. As produções são baixas e, desta forma, há logo mais concentração na videira. Depois, na adega, damos o toque final. Mas esse é um segredo muito bem guardado&#38;#8221;, sublinha sorridente Marta Reis Simões, enóloga da Quinta da Alorna.&#60;br /&#62;
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A vindima da uva tinta está planeada para começar no mês de Setembro. A fruta já tem a coloração desejada e aguarda-se apenas a boa maturação das uvas, para que os vinhos não fiquem demasiado verdes.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; O Mirante</description><pubDate>Fri, 27 Aug 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1880</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>A nova vida dos vinhos do Algarve</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1881</link><description>Nesta época de veraneio em que o país quase pára, o Algarve é a região de que mais se fala. Quem calcorreava estas praias imensas, há umas boas dezenas de anos, lembra-se certamente de haver sempre uma aldeia por perto, onde era obrigatória a passagem pela taberna ou tasquinha local, para uns petiscos e um copo de vinho. Porque era vinho o que ali mais se consumia, e vinho algarvio. Comia-se fatias de pão da região, azeitonas, várias partes do atum que ainda abundava &#38;#8211; a muxama era obrigatória &#38;#8211; e mesmo umas ovas de polvo com molho vinagrete, cavalas alimadas, conquilhas e lingueirões com muito alho e coentros, choquinhos fritos com alho e muitos outros petiscos simples e saborosos. E lá ia outro copito de vinho.&#60;br /&#62;
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Em Porches, por exemplo, havia uma tasquinha cujo proprietário tinha uma pequena vinha onde fazia um tinto que aconselhava a beber com moderação pois «o magano chega aos 16 graus!», explicava. À noite, nas pequenas tascas ou restaurantes de Lagos, Portimão, Albufeira ou Tavira era normalmente o vinho da Adega Cooperativa de Lagoa que regava as refeições. Era barato e bebia-se bem, embora aparecessem também uns tintos de Lagos e de Tavira que não ficavam mal na mesa.&#60;br /&#62;
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Hoje, esses antigos vinhedos de quintal são condomínios, aldeamentos e resorts, uma procura de terrenos, algo caótica, para fins turísticos que se verificou ao longo de muitos anos, sem o cuidado de preservar um património rural que poderia ter sido respeitado, sem prejuízo da modernização. E hoje, quem sabe, os milhares de turistas que frequentam esses locais de qualidade teriam a possibilidade de usufruir também desses néctares quase de boutique, dispostos a pagar bom dinheiro por esse privilégio.&#60;br /&#62;
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Nessa época, a Adega Cooperativa de Lagoa impunha-se e chegou a ter vinhos interessantes, sobretudo alguns tintos muito claros, quase palhetes, que se deixavam beber muito bem. Com o desenvolvimento turístico, muitos vinhedos desapareceram e os que foram ficando, a maior parte ligada às adegas cooperativas, estavam moribundos, obsoletos, ultrapassados, com a qualidade dos poucos vinhos produzidos a não ultrapassar a mediocridade.&#60;br /&#62;
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&#60;strong&#62;Cliff Richard&#60;br /&#62;
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Até que há pouco mais de dez anos um dos mais famosos residentes do Algarve &#38;#8211; e que havia já muito tempo tinha escolhido esta região para viver &#38;#8211;, o cantor Cliff Richard (Sir), resolveu mandar plantar vinhas na sua propriedade da Guia. Juntamente com o casal amigo Nigel e Lesley Birch, também britânicos e também residentes, fez uma sociedade que até hoje gere várias propriedades e uma adega.&#60;br /&#62;
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Assim nasceu a Adega do Cantor, com plantação de vinhas modernas de castas recomendadas e uma adega moderna com óptimos meios de produção. O filho de Nigel, Max Birch, um dos actuais sócios, é o responsável pela vitivinicultura e pela adega. Mal sabia Cliff Richard que estava a escrever as primeiras linhas da história dos vinhos do Algarve da era moderna. Os seus vinhos agradaram e foram uma boa surpresa, embora se instalasse algum cepticismo, pois o carimbo negativo da região era enorme. Mas os vinhos do cantor britânico vendiam-se, exportavam-se, foram evoluindo e, recentemente, até foi lançado o primeiro espumante. Sim, meus amigos, um espumante rosé bruto do Algarve.&#60;br /&#62;
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Os vinhos foram evoluindo e outros apreciadores de bom vinho e do Algarve acharam que era chegada a hora de investir também. E assim, desde há meia dúzia de anos, tem-se operado uma verdadeira revolução na viticultura algarvia. Foram surgindo explorações agrícolas, umas atrás das outras, dedicadas à produção de vinho, com investimentos vultosos. Algumas delas são pertença de estrangeiros que resolveram radicar-se no Algarve e dedicar-se a este tipo de produção. &#60;br /&#62;
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&#60;strong&#62;Francês com costela algarvia&#60;/strong&#62;&#60;br /&#62;
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Guillaume Leroux, nascido em Paris, filho de mãe portuguesa de Lagos e pai francês da Bretanha, é um deles. Fez formação em viticultura e enologia em Montpellier e uma pós-graduação em biotecnologia no Porto, em parceria com uma universidade australiana. Aí conheceu alguns enólogos de referência portugueses e foi para o Douro, onde passou pela Taylor&#38;#8217;s, pela Quinta do Côtto e pela Quinta do Tedo, e por ali esteve cinco anos, ganhando experiência e conhecimentos e contactando com o mundo do vinho profundo.&#60;br /&#62;
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«O Douro foi uma escola prática, uma experiência fundamental para conhecer e entender o mundo do vinho e, sobretudo, a viticultura. Ali aprendi a conhecer os solos e todas as suas componentes, o que me deu experiência para poder escolher as melhores soluções no Algarve», disse à NS&#38;#8217;.&#60;br /&#62;
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O avô materno, nascido em Sagres, comprou em tempos uma quinta perto de Lagos que apenas tinha vinhas de bordadura. Em 1998, Guillaume começou a idealizar o seu próprio projecto, afinal o seu grande sonho. Andava a analisar castas portuguesas tradicionais quando descobriu o Bastardinho de Sagres, quase extinto. Estudou os solos, fez comparações, pesquisou e começou por plantar Bastardo e Alfrocheiro nos tintos, Arinto e Perrum nos brancos. Plantou, modernizou, inovou &#38;#8211; mas sem utilizar rega, uma das suas teimosias, pensando sempre em fazer vinhos de gama média alta.&#60;br /&#62;
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«Quero continuar a fazer vinhos simples, naturais, de quinta, mas de qualidade superior. É esse o meu objectivo. E enquanto puder não vou utilizar rega nas minhas vinhas, é uma teimosia minha!»&#60;br /&#62;
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Para a adega foi comprando material em segunda mão mas com a qualidade mínima necessária, muitas vezes rudimentar, adaptando-o àquilo que pretendia fazer, que era bom vinho, desenvolvendo a sua ideia de vinho do produtor, vinho de quinta.&#60;br /&#62;
Neste momento estão no mercado os seus Monte da Casteleja branco, rosé e tinto, e o Maria Selection tinto, um vinho mais sofisticado, especial. Com a ajuda da mulher, vende o seu vinho directamente na restauração, em lojas da especialidade e à porta da adega, tentando manter uma independência que considera fundamental.&#60;br /&#62;
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O produtor nunca se dá por satisfeito e procura sempre novas soluções, como por exemplo as favas que planta entre as vinhas, na sua época, o que, além de ser esteticamente interessante, vai dar nutrientes naturais aos solos e, logo de seguida, alimentar os nossos pratos com petiscos como umas favas com chouriço e coentros. &#60;br /&#62;
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&#60;strong&#62;Médico vinicultor&#60;/strong&#62;&#60;br /&#62;
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Outro dos novos produtores do Algarve é Patrick Agostini, nascido em França, em Saint-Tropez, numa família italiana de Piemonte, já com muitas ligações ao mundo do vinho. No entanto, quando os avós emigraram para França não deram continuidade ao negócio. Mas a curiosidade e o gosto tomaram conta de Patrick que estudou viticultura e enologia em Bordéus, embora a sua formação profissional seja médico patologista, tendo mantido sempre a ideia de voltar ao negócio dos seus antepassados. Quando casou com uma portuguesa, decidiu estabelecer-se no Algarve, a região que encontrou mais parecida com a sua terra natal. &#60;br /&#62;
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Trabalhou em hospitais e mais tarde montou o seu negócio de laboratórios. Mal assentou, começou logo a procurar terreno para dar corpo ao sonho de plantar vinhas e fazer vinho. Em passeios pelo barrocal algarvio, Patrick ficou fascinado com as terras xistosas, perto de Silves, e não hesitou. «Descobri estes terrenos pobres com muito xisto e pensei que poderiam ser adaptados à plantação de vinhas. Foi preciso muito trabalho para preparar os socalcos onde plantei as vinhas, mas valeu a pena. Estou satisfeito», admitiu.&#60;br /&#62;
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E a partir de 2002 plantou as primeiras vinhas, do total de 8,5 hectares actuais da Quinta do Francês, com as castas Trincadeira, Aragonês, Cabernet Sauvignon e Syrah, de que resultaram os primeiros tintos em 2006. Hoje tem no mercado um vinho branco feito com uvas que compra na região. Já este ano arrancou o projecto de enoturismo que tinha idealizado, com a possibilidade de fazer visitas à adega e às vinhas, de provar os vinhos e de os comprar ali mesmo na moderna loja.&#60;br /&#62;
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Estão no mercado duas gamas de vinho: Encosta de Odelouca Branco, Rosé e Tinto de 2008, e Quinta do Francês Tinto de 2007. Com uma curiosa e bem-humorada designação em inglês, no rótulo que toda a gente percebe e que refere a origem dos vinhos: chama-lhes Odelouca River Valley, numa referência à ribeira de Odelouca, onde se situam as vinhas.&#60;br /&#62;
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&#60;strong&#62;Escultor alemão&#60;/strong&#62;&#60;br /&#62;
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O mais recente dos estrangeiros a investirem na produção de vinhos no Algarve foi o alemão Karl Heinz Stock. Nascido e criado na Alemanha, viveu durante vinte anos entre Berlim e Moscovo e tem inúmeros negócios na Rússia, sobretudo na área do petróleo. Homem de negócios, o seu refúgio foi sempre a escultura, uma grande paixão. Cansado do tipo de vida que levava, retirou-se para o Algarve e montou um estúdio para poder dar largas à sua criatividade. Mas a sua outra grande paixão fez que viesse a adquirir uma propriedade onde já se fazia vinho, e assim surgiu a Quinta dos Vales, em Estombar. «Produzo vinhos em Portugal porque sou um grande adepto dos vinhos portugueses», disse.&#60;br /&#62;
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Ali iniciou um processo de recuperação da propriedade com o objectivo de produzir grandes vinhos, associando-lhes o turismo de qualidade e o respeito pela natureza. Recuperou várias casas e construiu outras de raiz, que oferecem recato e muita qualidade, padrão que quer manter em tudo o que faz. Até criou um pequeno jardim zoológico com animais de quinta e algumas espécies exóticas. Mas a palavra-chave do seu sucesso é «evolução». Por isso fez os investimentos necessários para que os seus vinhos pudessem evoluir no sentido da excelência: renovou e plantou novas vinhas, tendo hoje 21 hectares, e construiu uma nova adega com a mais moderna tecnologia. A adega antiga foi recuperada e transformada em duas salas de prova.&#60;br /&#62;
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Stock rodeou-se de uma equipa técnica moderna e competente e os seus vinhos têm vindo a ser muito apreciados. Em três anos receberam mais de vinte prémios, entre os quais duas medalhas de ouro &#38;#8211; em Londres e em Bruxelas. «Para mim o vinho é um produto natural que deve ser tratado com respeito e cuidado. É importante investir nos meios técnicos necessários, mas as vinhas são fundamentais para ter boas uvas. Devemos respeitar a natureza, para que ela nos dê a direcção e crie desafios. Só assim poderemos fazer o vinho com que sonhamos», salienta.&#60;br /&#62;
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Apesar do tempo que dedica à escultura e à organização de exposições e outras actividades, é o vinho que continua a tomar a maior parte do seu tempo, pretendendo fazer sempre mais e melhor, em constante evolução. No entanto, é já famosa a sua colecção de esculturas de grande porte representando ursos pintadas por artistas plásticos portugueses e estrangeiros que vai convidando. Constituem uma exposição itinerante a que chamou «Dança dos Ursos». Quem sabe se poderá ser mais um meio eficaz para chamar a atenção para a qualidade dos modernos vinhos algarvios...&#60;br /&#62;
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&#60;strong&#62;Portugueses&#60;/strong&#62;&#60;br /&#62;
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Mas não são só estrangeiros que estão a fazer grandes vinhos no Algarve. Há também portugueses que se entusiasmaram e que estão a obter óptimos resultados. É o caso de Rui Virgínia, nascido no Barreiro, que rumou ao Algarve em 1975. Fez Gestão de Empresas em Évora, casou com uma algarvia e, em 1995, iniciou um negócio de exploração de citrinos, seguindo o exemplo da família da mulher, produzindo, com sucesso até hoje, limões, laranjas e clementinas. Em Évora, no entanto, tinha tomado contacto com o mundo do vinho, pelo qual se apaixonou quando fez um curso de jovem agricultor. A partir de 2000, começou também a investir na vinicultura. «O dinheiro que ganho nos citrinos dá para sustentar o negócio dos vinhos», diz, entre risos, Rui Virgínia.&#60;br /&#62;
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As primeiras castas &#38;#8211; Arinto, Chardonnay, Touriga Nacional, Alicante Bouschet, Cabernet Sauvignon, Syrah, Aragonês e Trincadeira &#38;#8211; foram escolhidas por intuição por este autodidacta que tem na produção de vinho a sua grande paixão. Investiu em maquinaria moderna e hoje tem uma adega simples mas muito bem equipada, com uma boa rede de frio e óptimos cascos de madeira, a que chamou Quinta do Barranco Longo.&#60;br /&#62;
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Plantou vinha até aos actuais 15 hectares, mas tem arrendados mais dez hectares de vinhas na região, perto de Algoz. Até ao final de 2010, terá no mercado dez vinhos entre brancos, rosés, tintos e até um espumante. «Estou curioso de saber qual vai ser a reacção do mercado ao espumante que vou lançar. É um grande desafio», confessa.&#60;br /&#62;
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Rui Virgínia vai lançar um vinho novo, a que chamou «Remexido», em homenagem ao célebre fora-da-lei, estilo Zé do Telhado, que chefiou a guerrilha miguelista no Algarve nos anos que se seguiram à Guerra Civil, até ser preso e fuzilado, em 1838. Irrequieto, atento às novidades e à evolução do mercado, Rui Virgínia não vai parar de inovar e dar corpo a novas ideias e desafios.&#60;br /&#62;
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Além destes produtores que estão na crista da onda, que investiram acertadamente e estão já a recolher o reconhecimento do mercado pelos seus vinhos de qualidade, há outros, um pouco por todo o Algarve, que têm vindo a melhorar a qualidade, começando sempre por investir em vinhas e meios técnicos e recorrendo a pessoas com formação, num mercado cada vez mais competitivo.&#60;br /&#62;
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Assim, na zona de Lagos podemos encontrar a Quinta dos Lopes, a produzir vinhos tintos e licorosos, e a Herdade dos Seromenhos, a produzir vinhos brancos e tintos. Na região de Portimão aparecem a Quinta do Morgado da Torre, já com grande tradição, a produzir brancos, rosés e tintos; a Herdade dos Pimenteis, moderna, a produzir brancos e tintos; e a Quinta da Penina, com um branco e vários tintos, já com uma imagem bastante cuidada.&#60;br /&#62;
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Na região de Lagoa é a tentativa de recuperação da tradição da Adega Cooperativa de Lagoa, que agora se fundiu com a Adega Cooperativa de Lagos, dando assim origem à Única &#38;#8211; Adega Cooperativa do Algarve e aproveitando todo o potencial não só de vinhedos mas sobretudo de capacidade instalada de meios técnicos. Já está a produzir licorosos, brancos, rosés, tintos e mesmo um moscatel. Destaque ainda para a Quinta de Mata-Mouros, com rosés e tintos; o Paxá Wines, com rosés e tintos; a Quinta da Vinha, com rosés e tintos; e a Quinta João Clara, com brancos, rosés e tintos.&#60;br /&#62;
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Finalmente, na região de Tavira, onde também há boas condições para produzir vinho, apresenta-se a Quinta dos Correias, com vinhos tintos de boa qualidade.&#60;br /&#62;
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Mas outros produtores estão a despontar neste Algarve que não pára de nos surpreender e onde há coisas boas para além da excelência das praias e do clima temperado. Agora há uma enorme responsabilidade da parte do comércio de distribuição e sobretudo dos restaurantes e hotéis na divulgação destes vinhos e da sua harmonização com a gastronomia local. Note-se que a produção vinícola algarvia assenta ainda, e principalmente, nos vinhos tintos, embora haja já boas soluções nos brancos e em alguns rosés.&#60;br /&#62;
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Isto quer dizer que pode estar na altura de, a exemplo de outras regiões, os restauradores irem também à descoberta de outros produtos que não os do mar &#38;#8211; o barrocal algarvio tem coisas deliciosas. Há que ter em conta a sazonalidade de muitos desses produtos e tentar ligá-los com os vinhos locais, trabalhando juntamente com os produtores e, como se faz por exemplo no Alentejo e no Douro, promover os vinhos da região, sem bairrismos mas com a certeza de que já se fazem vinhos de grande classe no Algarve. As críticas e a aceitação nacionais e internacionais não deixam margem para dúvidas.&#60;br /&#62;
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Por isso, caro leitor, a partir de agora, sempre que visitar terras algarvias, peça um vinho do Algarve, prove brancos, tintos e roses, que encontra com facilidade em supermercados e em todas as boas garrafeiras da região, a preços sensatos. Nas boas garrafeiras poderá provar muitos deles, recolher mais informações e escolher o que mais lhe agradar.&#60;br /&#62;
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Mas há outra solução, por exemplo quando sai da praia, ao princípio da tarde. Nessa altura, porque não procurar um ou outro produtor que esteja mais próximo e fazer uma visita à adega, apreciar a beleza dos vinhedos, que agora estão repletos de cachos maduros à espera das vindimas que não tardam, visitar as adegas e verificar a qualidade dos equipamentos, a higiene das instalações e provar os néctares, guiado por quem sabe e que terá muito prazer em dar-lhe todas as explicações, para que entenda melhor o que está dentro dos copos?&#60;br /&#62;
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E pode até comprar vinhos a preços convidativos, para depois das férias, lá em casa, convidar aqueles amigos que têm a mania de que sabem muito sobre vinhos e, em prova cega, com bons copos e servindo os vinhos à temperatura adequada, fazer um brilharete e pô-los a beber também os vinhos algarvios.&#60;br /&#62;
Alguns produtores servem petiscos simples e por encomenda, normalmente para pequenos grupos, podem até servir refeições. A Quinta do Vale tem mesmo alguns apartamentos, confortáveis e bem equipados, que aluga por períodos diversos, quem sabe se para umas férias diferentes. &#60;br /&#62;
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Notas de Prova&#60;/strong&#62;&#60;br /&#62;
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Espumante Rosé Bruto Quinta do Cantor&#60;/strong&#62;&#60;br /&#62;
Da colheita de 2008, apresenta bonita cor rosada, limpo, com cordão persistente, aroma intenso a frutos vermelhos e toque seco, a pão torrado, muito agradável. Na boca é envolvente, tem frescura, embora saiba a frutos vermelhos, suave e ligeiramente seco, cheio de elegância. Para servir bem fresco, na companhia dos belíssimos mariscos e peixes do Algarve. Custa cerca de 12,50 euros e foi concebido também para comemorar os 50 anos de carreira artística de Cliff Richard. Por isso apetece cantar-lhe: Congratulations, título da canção que levou ao Festival da Eurovisão em 1968. E obrigado pela coragem que teve.&#60;br /&#62;
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Maria Selection Tinto, 2007 &#60;/strong&#62;&#60;br /&#62;
Esteve muito bem feito com Bastardo, Alfrocheiro e Alicante Bouschet, num ano excepcional. Apresenta aromas de frutos vermelhos maduros, framboesa, morango e notas mentoladas cheias de frescura. Boca cheia, suave, aveludado, muito boa acidez a dar equilíbrio ao conjunto, que deixa final de boca longo e seguro, à venda por sete euros. É um vinho com classe, originário daquelas vinhas rústicas plantadas em solos pobres mas onde se dão muito bem, tendo-se adaptado à morfologia do terreno.&#60;br /&#62;
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Quinta do Francês Tinto, 2007&#60;/strong&#62;&#60;br /&#62;
É um vinho excelente, vermelho-escuro, que apresenta aromas densos de fruta preta, notas de chocolate mas com bastante frescura. Na boca tem corpo, é cheio, com taninos seguros, revela bastante mineralidade mas também boa fruta madura. Tem muito boa acidez e algum floral que lhe dão complexidade e fazem dele um vinho saboroso, enigmático, que deixa belo final e que acompanha muito bem uma galinha cerejada tradicional do barrocal algarvio. Numa garrafeira custa cerca de 17 euros.&#60;br /&#62;
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Grande Escolha Branco Quinta do Barranco Longo, 2009&#60;/strong&#62;&#60;br /&#62;
Já no mercado, é um vinho jovem, moderno, de cor citrina carregada, limpíssimo, cheio de frescura e aromas de fruta branca e a flores do campo. Na boca tem excelente acidez, frescura, notas de limão, alguma mineralidade que lhe dá secura e é óptimo final de boca. Encontra-se por sete euros e é um vinho branco que marca a nova tendência dos vinhos algarvios.&#60;br /&#62;
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&#60;strong&#62;Quinta dos Vales Grace Vineyard Branco, 2009 &#60;/strong&#62;&#60;br /&#62;
Apresenta-se com classe, um branco com fragrância de madeira dos barris em que fermentou e em que o equilíbrio entre as castas é notável, com aromas de fruta branca, de flores e de baunilha, tudo envolto em suavidade. Na boca é bastante elegante, vai evoluindo, seguro, com ligeiro fumado mas ao mesmo tempo bastante frutado, aveludado mas com frescura, um vinho que aguenta bem gastronomia variada, sobretudo marisco e peixe e mesmo um bom bacalhau assado no forno. E que ainda vai aguentar uns anos em garrafa. Como estará daqui a meia dúzia de anos?&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; NS&#38;#39; Vinhos</description><pubDate>Fri, 27 Aug 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1881</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Na Madeira a vindima começa segunda-feira </title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1878</link><description>Em conferência de imprensa na adega do IVBAM, Paula Cabaço realçou que as uvas que &#38;#8220;apresentem as condições mínimas de qualidade&#38;#8221; e que &#38;#8220;já se encontrem maduras, poderão ser colhidas e recebidas pelas empresas já durante o decorrer desta semana&#38;#8221;.&#60;br /&#62;
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A presidente do IVBAM acentuou que, tal como tem vindo a acontecer nas anteriores vindimas, o Instituto &#38;#8220;procederá à fiscalização das uvas à entrada dos postos de recepção dispersos na Região, de forma a garantir a qualidade que é fundamental&#38;#8221; para a produção do Vinho Madeira, do vinho Terras Madeirenses e vinho Madeirense.&#60;br /&#62;
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Paula Cabaço sublinhou que o Instituto &#38;#8220;relembra a todos os viticultores que as uvas entregues às casas compradoras devem ser acompanhadas dos cadernos de vindima&#38;#8221;, salientando que no que se refere à qualidade das uvas &#38;#8220;é importante recolher as uvas maduras e sãs, mesmo que implique apanhar duas ou três vezes&#38;#8221;.&#60;br /&#62;
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Realçou ainda que o IVBAM &#38;#8220;irá dar continuidade ao sistema de apoio à qualidade da uva, através da prestação da forma gratuita e mediante solicitação prévia dos viticultores de um serviço de controlo da maturação pré-vindima&#38;#8221;.&#60;br /&#62;
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Assim, considerou &#38;#8220;estarem reunidas as condições para se atingir os principais objectivos para a vindima de 2010, nomeadamente garantir o escoamento da totalidade das uvas que apresentarem a qualidade mínima exigível, ou seja as uvas com grau mínima de nove&#38;#8221;.&#60;br /&#62;
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A presidente do IVBAM disse ainda haverem boas condições, devido ao tempo quente e luz, &#38;#8220;para uma boa evolução da maturação&#38;#8221; das uvas. Neste âmbito, adiantou que a expectativa de produção para este ano &#38;#8220;é de que seja uma vindima ligeiramente inferior à do ano passado, com uma diminuição entre 10 a 15% na produção, o que significa menos 400 a 600 toneladas em relação aos anos anteriores&#38;#8221;, acrescentando que será uma vindima dentro dos valores médios dos últimos anos.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Jornal da Madeira</description><pubDate>Thu, 26 Aug 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1878</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Vinhos portugueses à prova no Brasil com a ViniPortugal</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1879</link><description>Objectivo é o de promover a diversidade e alta qualidade dos produtos portugueses no Brasil, dando a conhecer as castas nacionais, as diferentes regiões portuguesas e o investimento em tecnologia enológica feita pelos produtores de Portugal. &#60;br /&#62;
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As provas são compostas por jantares harmonizados, antecedidos por palestras dirigidas por especialistas em vinhos e destinam-se a sommeliers, líderes de opinião, donos de restaurantes e lojas especializadas.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
&#38;#34;As exportações dos vinhos portugueses para o mercado Brasileiro cresceram no último ano 12%, acreditamos que com este tipo de acções conseguiremos ir mais longe. &#38;#34; refere Sónia Fernandes area manager da ViniPortugal para o mercado brasileiro.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
No Brasil, as provas ou City Tastings vão reunir os melhores produtores lusos das regiões da Madeira, Vinhos Verdes, Douro, Dão, Beiras, Bairrada, Tejo, Lisboa, Península de Setúbal e Alentejo.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Os especialistas vão poder provar vinhos de algumas das melhores marcas nacionais como: Quinta do Crato, Herdade do Esporão, Vale d&#38;#39;Algares, Herdade dos Grous, Quinta do Vale D. Maria, António Saramago, Quinta da Chocapalha, Niepoort, Luís Pato, Quinta do Vallado, Quinta do Ameal, Dão Sul, José Maria da Fonseca, Quinta das Bágeiras, Quinta da Gaivosa, Gloria Reynolds, Paulo Laureano, Vinícola de Nelas, Quinta do Monte D&#38;#39;Oiro, Campolargo, Sogrape, Caves Raposeira, Anselmo Mendes, Casal Branco, Duorum, Quinta da Sapeira, Madeira Wine Company.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Portugal Global</description><pubDate>Thu, 26 Aug 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1879</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Vinhos Marquês de Marialva premiados no IWSC - Londres </title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1877</link><description>Prosseguindo o seu firme propósito de promover os vinhos com Denominação Bairrada, a Adega Cooperativa de Cantanhede continua comprometida com uma forte aposta na qualidade, de que os seus vinhos e espumantes Marquês de Marialva são testemunho inequívoco. &#60;br /&#62;
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A provar que esta é uma aposta ganha está o facto de, uma vez mais, aqueles vinhos terem sido laureados com 3 medalhas no referido concurso: Vinho Branco Marquês de Marialva 2008  - Medalha de Prata e &#38;#8220;Best in Class&#38;#8221;, Vinho Tinto Marquês de Marialva Baga - 2005 e Vinho Tinto Marquês de Marialva Reserva 2007 &#38;#8211;  Medalha de Bronze.&#60;br /&#62;
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Tal como em 2009 os vinhos Marquês de Marialva foram os únicos vinhos DOC Bairrada premiados. Este é um facto digno de relevo pois qualquer um dos vinhos premiados foi elaborado a partir de castas exclusivamente portuguesas e vincadamente ligadas ao terroir da Bairrada, nomeadamente a Baga, Bical e Maria Gomes.&#60;br /&#62;
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Este continuado reconhecimento internacional vem confirmar que a afirmação dos vinhos portugueses e, neste caso em particular dos vinhos Bairrada, se faz pela diferenciação com base na apresentação aos mercados de vinhos Premium que na sua génese tenham o invejável potencial que as castas genuinamente portuguesas nos oferecem.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Portugal Global</description><pubDate>Wed, 25 Aug 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1877</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Uma nova forma de decantar o vinho chega à Europa pelas mãos de um português</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1875</link><description>Durante anos foram apenas amigos, que se encontravam nas horas mortas em New Jersey, EUA. A paixão pelo vinho uniu-os num negócio em comum e, hoje, o arquitecto norte-americano Andrew Lazorchak e o empresário português Lino Tavares podem gabar-se de ter dado vida ao primeiro decantador de vinho que se aplica na garrafa, o Soiree. &#60;br /&#62;
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Nos Estados Unidos, já facturou um milhão de dólares (757 mil euros) no ano passado e é vendido em mais de 250 lojas de especialidade e estabelecimentos comerciais do país. Mas foi Lino Tavares que o trouxe para Portugal e está agora a iniciar a distribuição para a Europa a partir do território nacional.&#60;br /&#62;
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O Soiree é como se fosse uma rolha grande de vidro em forma de balão, que é introduzida na garrafa. Mal esta é virada, o vinho começa a rodar dentro do decantador e vai &#38;#34;saltando&#38;#34; devido aos recortes desenhados no vidro. É isto que permite infundir oxigénio ao vinho e fazê-lo respirar antes de verter para o copo. &#60;br /&#62;
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&#38;#34;É como se fosse a água a correr por um ribeiro cheio de pedras&#38;#34;, resume Lino Tavares. &#38;#34;Os vinhos precisam de respirar mas ninguém tem paciência para ir buscar um decantador ao armário, lavá-lo, deitar para lá o vinho e estar à espera 45 minutos&#38;#34;, afirma o responsável pela Soiree Europa. Com este novo decantador, a oxigenação é mais rápida e o vinho pode consumir-se logo depois da abertura da garrafa.&#60;br /&#62;
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Quando conheceu o arquitecto de New Jersey Andrew Lazorchak, Lino Tavares não fazia ideia de um dia viriam a partilhar mais do que um entusiasmo pelo mundo dos vinhos. Os bisavós do empresário português eram pequenos produtores de vinho na região do Dão. &#38;#34;Nos anos 60, alguns emigraram e a vinha virou pinhal, mas o gosto pelo vinho manteve-se e todos aprendemos a apreciar vinho&#38;#34;, conta Lino Tavares, que tem negócios no ramo imobiliário em Portugal.&#60;br /&#62;
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Enquanto saltitava entre o país natal e os Estados Unidos, onde tem casa, conheceu Andrew Lazorchak. &#38;#34;Juntávamo-nos muitas vezes e ele, como era um grande entusiasta de vinhos, estava sempre à procura de uma maneira mais rápida e eficaz de o decantar&#38;#34;, recorda.&#60;br /&#62;
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O arquitecto norte-americano costumava dizer que 97 em cada 100 garrafas de vinho que são vendidas não são depois submetidas à decantação. Era preciso criar uma solução rápida e eficaz. Após várias experiências e protótipos, Andrew Lazorchak inventava o Soiree. Lino Tavares investiu na ideia e, ainda em 2007, o produto fazia a sua estreia nos EUA.&#60;br /&#62;
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Logo no primeiro ano venderam-se sete mil unidades. Em 2009, já foram mais de 60 mil e, este ano, a expectativa é ultrapassar os 100 mil decantadores vendidos. No ano passado, a empresa já facturou um milhão de dólares com o decantador, que tem um custo para o consumidor de 25 euros. O sucesso inicial fez Lino Tavares sonhar mais alto.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
&#38;#34;Falei com o Andrew, disse-lhe que tínhamos de lançar o produto na Europa. Ele disse que não tinha tempo, pelo que decidi ser eu mesmo a tratar disso&#38;#34;, conta. Portugal foi imediatamente escolhido como ponto de partida pelo empresário luso-americano. A Soiree Europa abriu portas em finais de 2008, tem sede em Lagos e um armazém em Lisboa, de onde se faz a distribuição para o resto da Europa. Os decantadores são produzidos exclusivamente à mão em duas fábricas na China.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
O ano passado foi o ano do lançamento do produto no mercado nacional, mas é em 2010 que a Soiree Europa espera vir a ter vendas já mais expressivas. &#38;#34;Este ano já temos encomendas da Alemanha, França e Áustria, nomeadamente de empresas que querem oferecer brindes aos participantes de conferência e formações&#38;#34;, refere Lino Tavares. Até ao final do ano, a empresa espera comercializar 10 mil unidades, arrecadando receitas de 200 mil a 250 mil euros.&#60;br /&#62;
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Além da Internet, o produto está à venda em lojas de produtores de vinho, lojas especializadas e gourmet em Portugal, seguindo a mesma estratégia dos EUA. Mas, segundo Lino Tavares, a tendência futura pode ser caminhar para a massificação do produto, tornando-o mais acessível ao público em geral. Ao mesmo tempo, a Soiree Europa pretende lançar-se em novos países, sobretudo com grande tradição na área dos vinhos, como a Espanha ou a Itália.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Público | Foto: Miriam Lago</description><pubDate>Sun, 22 Aug 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1875</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Exportação de Vinhos do Tejo supera um milhão de litros</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1874</link><description>Segundo um comunicado da comissão, Angola, China, Brasil, Canadá, Suíça e Estados Unidos adquiriram cerca de 562 mil litros de vinho, surgindo como os principais clientes fora da União Europeia.&#60;br /&#62;
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Já no espaço comunitário, para o qual foi exportado um total de 440 mil litros, os mercados mais ativos foram Inglaterra, França, Bélgica e Alemanha. &#60;br /&#62;
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A CVR adiantou também que nos primeiros seis meses de 2010 foram certificadas seis milhões de garrafas, o que representa um aumento de seis por cento face à taxa de certificação do mesmo período do ano passado. &#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
As perspetivas de crescimento são, por isso, &#38;#8220;animadoras&#38;#8221;, apesar de a entidade certificadora admitir ser ainda cedo para analisar a evolução dos vinhos &#38;#8220;após a recente alteração da denominação de origem&#38;#8221;.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Citado no comunicado, o presidente da comissão, José Pinto Gaspar, mostra-se satisfeito com os resultados: &#38;#8220;Em tempo de crise e de retração no consumo temos vindo a aumentar sucessivamente, ao longo dos últimos quatro anos, o volume de certificação, o que significa que o volume de venda dos vinhos da região tem também aumentado.&#38;#8221; &#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
&#38;#8220;Há que salientar o importante papel do setor corporativo, onde os produtores, sem descurarem a qualidade dos seus vinhos, têm aumentado significativamente a sua produção, conseguindo atingir preços muito competitivos&#38;#8221;, acrescenta o responsável. &#60;br /&#62;
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Para preparar a entrada no mercado russo, a CVR Tejo vai organizar, em outubro, um evento promocional em Moscovo, uma iniciativa que se repetirá depois em Bruxelas e em Zurique. &#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
O projeto de lançamento da marca Vinhos do Tejo, com um montante de investimento superior a 220 mil euros, vai ser financiado com mais de 227 mil euros de fundos comunitários.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Diário Digital/Lusa</description><pubDate>Fri, 20 Aug 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1874</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>António Graça nomeado para &#34;Red Winemaker of the Year&#34;</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1872</link><description>Responsável pela gama CALLABRIGA (apenas disponível nos mercados externos),  António Graça vê assim reconhecido um percurso de excelência ao serviço da enologia. &#60;br /&#62;
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&#38;#34;Estar entre os três melhores, destacados na mais prestigiada competição de vinhos internacional é, por si só, motivo de orgulho, mas acima de tudo um estímulo para continuar a elevar a reputação dos vinhos Sogrape&#38;#34;, afirma o enólogo.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Na Sogrape Vinhos desde 1987, António Graça soma à produção da marca multiregional CALLABRIGA - que lhe rendeu a nomeação para este prémio - a responsabilidade pelo Departamento de Inovação e Desenvolvimento. &#60;br /&#62;
 &#60;br /&#62;
A sua actividade alarga-se ainda à promoção activa da preservação da diversidade da Videira, ocupando, desde 2009 a função de Director da PORVID.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
O vencedor da categoria será reconhecido no próximo dia 7 de Setembro.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Portugal Global</description><pubDate>Thu, 19 Aug 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1872</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Nova funcionalidade no Adegga</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1873</link><description>Esta iniciativa permite aos produtores darem a conhecer as suas marcas de vinhos através da internet e aos apreciadores encontrar bons vinhos a bons preços.&#60;br /&#62;
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Esporão Reserva Branco 2009, assinado pela artista plástica Joana Vasconcelos, inaugura o espaço online do Adegga Selection. Durante duas semanas, permanência estipulada para cada vinho, os apreciadores poderão encontrá-lo em destaque no site adegga.com e comprar pelo preço promocional Adegga Selection.&#60;br /&#62;
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A par da oportunidade online de compra, o serviço Adega Selection tem ainda outras particularidades. Todos os vinhos são seleccionados pela comunidade adegga. Os produtores enviam as amostras de vinho para o escritório do adegga.com e, a cada duas semanas, os responsáveis pelo portal organizam um evento de prova de vinhos.&#60;br /&#62;
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&#38;#8220;Em vez de sermos nós a provar estas amostrar, pensamos que deve ser a comunidade do Adegga a ter essa oportunidade. Depois, se o vinho for considerado interessante (através das opiniões e comentários online), será adicionado à lista do Selection e destacado num dos slots Adegga Selection seguintes.&#38;#8221;, explica André Ribeirinho, um dos mentores do projecto adegga.com.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
O Adegga é um projecto Português, criado em 2006, que conta com mais 10 mil opiniões sobre os mais de 25 mil vinhos e 4 mil produtores de 40 países diferentes. Actualmente o site adegga.com é visitado por mais de 75 mil visitantes todos os meses.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Portugal Global</description><pubDate>Wed, 18 Aug 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1873</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Adega do Cartaxo com vinho premiado</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1868</link><description>A Medalha de Prata do concurso foi entregue por Paulo Caldas, na qualidade de presidente da Recevin - Rede Europeia das Cidades do Vinho, a Jorge Antunes, presidente da direcção da Adega Cooperativa do Cartaxo, no dia 10 de Agosto, no início da Reunião de Câmara.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
O concurso contou, pela primeira vez, com a participação de 80 produtores de 22 municípios de Portugal, filiados na AMPV - Associação de Municípios Portugueses do Vinho, que conquistaram 24 medalhas, seis delas de ouro e 18 de prata.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
O &#38;#34;Selezione del Sindaco&#38;#34; é um concurso enológico internacional organizado pela Citta del Vino, congénere italiana da AMPV, sendo o único concurso internacional a prever a participação conjunta de produtores e municípios.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Portugal Global</description><pubDate>Wed, 18 Aug 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1868</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Pinhal da Torre inicia venda de vinhos para o mercado chinês</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1867</link><description>Desde a semana passada, a sociedade agrícola Pinhal da Torre está a vender vinho para a China. As exportações para aquele mercado começam com nove mil garrafas e deverão evoluir até ao final do ano para 20 mil garrafas. A &#38;#34;China interessa porque é muito grande, tem muita gente e com muito poder de compra&#38;#34;, resume Paulo Saturnino Cunha, director-geral da companhia vitivinícola. &#60;br /&#62;
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Presente desde 2008 nos territórios de Macau e Hong Kong, a Pinhal da Torre acordou com um distribuidor a operar localmente, com capacidade &#38;#34;nacional&#38;#34; no território chinês, para estar presente sobretudo em &#38;#34;lojas especializadas e restaurantes&#38;#34;. Paulo Saturnino Cunha explica porquê: os vinhos que a Pinhal da Torre esta a vender para a China &#38;#34;não são vinhos para supermercado&#38;#34;.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Jornal de Negócios</description><pubDate>Tue, 17 Aug 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1867</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Herdade do Esporão cria banco de castas para enfrentar o aquecimento global</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1860</link><description>A perspectiva de um clima diferente, com mais ondas de calor no futuro, é uma das razões que levaram a herdade situada em Reguengos de Monsaraz a plantar, este ano, quase duas centenas de castas diferentes, numa parcela de dez hectares. Com os vinhos nacionais a apostarem cada vez mais num conjunto reduzido de variedades, a experiência do Esporão é uma espécie de seguro ao mesmo tempo comercial e ambiental.&#60;br /&#62;
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Lá estão todas as castas do Alentejo e do Douro, as principais das outras regiões vinícolas do país e ainda as mais importantes de outros países, como Espanha e França, mas também Itália, Alemanha e até Roménia. Algumas eram comuns na produção vinícola, mas estão quase em desuso, como as castas Carignan, Grenache, Manteúdo, Moreto, Perrum ou a romântica Amor-Não-Me-Deixes.&#60;br /&#62;
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Obtidas através de um protocolo com o Instituto Nacional de Recursos Biológicos, dentro de três anos a herdade estará em regime de produção. E, a partir daí, pretende fazer experiências pontuais com as castas. &#60;br /&#62;
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O banco genético é uma garantia perante eventuais mudanças no gosto dos consumidores - uma inevitabilidade no mercado dos vinhos. &#38;#34;Não sabemos se, daqui a uns anos, o consumidor não irá pedir um Boal-Ratinho&#38;#34;, ironiza João Roquette, administrador executivo do grupo Esporão SA, mencionando uma casta rara. &#38;#34;Mas também pensámos no aquecimento global&#38;#34;, completa. &#60;br /&#62;
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As alterações climáticas estão a preocupar viticultores em várias partes do mundo. Um relatório da organização ambientalista Greenpeace argumenta que, caso as tendências não sejam revertidas, a temperatura média global pode aumentar entre quatro a seis graus Celsius até 2100. Com isso, as vinhas podem ser &#38;#34;deslocadas&#38;#34; em até mil quilómetros, em relação à sua actual distribuição. &#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Vinhos de qualidade podem ficar comprometidos nas regiões onde são hoje produzidos. Um estudo publicado em 2006 na revista Proceedings of the National Academy of Science sugere que a área de vinhos de qualidade &#38;#34;premium&#38;#34; nos EUA pode ser reduzida em 81 por cento, nos cenários mais extremos. Um vinho superior depende de calor suficiente, mas não extremo. Especialmente danosos são dias seguidos de temperaturas altas, com ventos moderados, como aconteceu em Agosto de 2009. &#38;#34;Houve um problema gravíssimo de desidratação&#38;#34;, explica João Roquette.&#60;br /&#62;
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Testar como se comportam outras castas é um dos objectivos da parcela experimental onde estão 2222 plantas, em 188 linhas paralelas, cada uma com uma variedade diferente de vinha. Uma experiência semelhante está a ser feita com azinheiras, num projecto científico ligado ao Instituto Superior de Agronomia.&#60;br /&#62;
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No caso das vinhas, a experiência tem uma vantagem económica. Uma parte pequena das uvas será eventualmente utilizada para microproduções de vinhos monocasta. O resto será aproveitado para a produção vinícola normal da herdade.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Público</description><pubDate>Mon, 16 Aug 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1860</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Mateus Rosé arrecada três medalhas na França</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1862</link><description>Este ano, na sua sétima edição, só em Mateus Rosé, o júri seleccionou três vinhos completamente distintos no seu perfil, premiando com medalha de prata Mateus Rosé, Mateus Rosé Aragonês 2009 e Mateus Rosé Tempranillo 2009.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Se antigamente o rosé era apenas considerado uma bebida refrescante, hoje esse preconceito tende a desvanecer, e especialistas pelo mundo fora afirmam uma sofisticação do vinho rosé. &#60;br /&#62;
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Depois da atribuição de uma medalha de ouro a Mateus Rosé Sparkling no Concours Mondial de Bruxelles, a marca especialista na produção de vinhos rosé continua a provar consistência de qualidade, desta vez num concurso internacional especialmente vocacionado para a avaliação de rosés.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
&#38;#8220;Enquanto enólogo é com enorme satisfação que cada vez mais vejo consumidores e especialistas reconhecerem a qualidade dos vinhos rosés&#38;#8221;, comenta Miguel Pessanha, enólogo de Mateus Rosé.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Portugal Global</description><pubDate>Thu, 12 Aug 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1862</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Favaios aumenta facturação em 22% no primeiro semestre de 2010</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1863</link><description>É líder destacado neste segmento dado que em termos de consumo a nível nacional, os Moscatéis da Adega de Favaios conseguem ser aproximadamente seis vezes maiores que o segundo operador de mercado.&#60;br /&#62;
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As garrafas de Moscatel de Favaios venderam até à data mais 35% em volume que em 2009.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Na exportação, a facturação da Adega de Favaios também cresceu 25% quando comparado com o ano transacto. Os 25 Prémios obtidos nos primeiros meses do ano de 2010, incluindo os atribuídos aos vinhos Foral da Vila e Encostas de Favaios, reforçam as intenções da Adega de Favaios em aumentar a distribuição das suas marcas nos mercados emergentes como o Brasil, Angola e países de leste.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
O consumo de vinhos aperitivos no país alcançou em 2009 os 8 milhões de litros, segundo dados Nielsen, nos quais os Moscatéis da Adega de Favaios continuam a manter a liderança apesar do aparecimento de algumas marcas que tentam imitar/plagiar as marcas de Moscatéis da Adega de Favaios.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Portugal Global</description><pubDate>Wed, 11 Aug 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1863</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Melhor Vinho Rosé do Mundo é Português</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1864</link><description>Produzido na região do Tejo, pelo Centro Agrícola de Tramagal, o vinho &#38;#8216;Casal da Coelheira Rosé 2009&#38;#8217; recebeu o mais honroso galardão atribuído por aquele concurso &#38;#8211; o Best Wine Trophy &#38;#8211; título reservado aos vinhos que obtêm a mais alta pontuação na sua categoria. &#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
&#38;#8220;Este prémio é motivo de um grande orgulho para quem dedica a sua vida à actividade vitivinícola, pois além de afirmar a qualidade dos vinhos produzidos na Região do Tejo, projecta também o nome de Portugal além-fronteiras&#38;#8221;, refere José Pinto Gaspar, Presidente da CVR Tejo.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Refira-se que, além desta distinção, o &#38;#8216;Casal da Coelheira Rosé 2009&#38;#8217; arrecadou também uma &#38;#8216;Grande Medalha de Ouro&#38;#8217;, feito alcançado por menos de 1% dos quase 7000 vinhos presentes na competição.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Segundo a equipa de enólogos da Quinta do Casal da Coelheira, este vinho, por ser fresco, jovem e elegante, reúne um conjunto de características que apelam ao seu consumo nos meses de Verão, sendo perfeito para acompanhar iguarias leves, como marisco, peixes, carnes brancas ou saladas.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Feito a partir das castas Syrah e Touriga Nacional, o &#38;#8216;Casal da Coelheira Rosé 2009&#38;#8217; possui mais volume e estrutura do que os rosés tradicionais, apresentando um teor de álcool equivalente aos vinhos tintos (13,5C) e devendo ser servido a uma temperatura entre os 8 e os 10º.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Portugal Global</description><pubDate>Mon, 09 Aug 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1864</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>14 medalhas atribuídas no concurso de vinhos engarrafados de Trás-os-Montes</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1866</link><description>Participaram neste Concurso 19 produtores com 43 vinhos DOP &#38;#8220;Trás-os-Montes&#38;#8221; e IGP &#38;#8220;Transmontano&#38;#8221;, o que representa um aumento significativo quer de vinhos, quer de produtores relativamente ao anterior Concurso, denotando-se o esforço e empenho que os vitivinicultores transmontanos, quer produtores individuais, quer adegas cooperativas, estão a desenvolver no sentido de produzirem vinhos de qualidade, valorizando assim quer as suas produções mas também a região.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
O Júri foi presidido pelo Eng. Eduardo Abade do Centro de Estudos Vitivinícolas do Douro da Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Norte e contou ainda, para além, de elementos do Centro de Estudos Vitivinícolas do Douro, com a presença de elementos do Instituto da Vinha e do Vinho, do Instituto dos Vinho do Douro e Porto, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, da Comissão Vitivinícola Regional dos Vinhos Verdes, da Associação Portuguesa de Jovens Enófilos e Jornalistas de Revistas da especialidade, num total de 15 elementos.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Este ano foram atribuídas 14 medalhas, das quais 4 são de Ouro e 10 de prata aos seguintes vinhos:&#60;br /&#62;
&#60;strong&#62;Medalha de Ouro&#60;/strong&#62;&#60;br /&#62;
&#38;#38;bull; Quinta de Arcossó Reserva Tinto 2006 IGP Transmontano produzido pela Quinta de Arcossó, Sociedade Vitivinícola, Lda&#60;br /&#62;
&#38;#38;bull; Ribeira do Corso Tinto 2004 DOP Trás-os-Montes, produzido pela Cooperativa Agrícola do Ribadouro, C.R.L.&#60;br /&#62;
&#38;#38;bull; Santa Valha Reserva Tinto 2005 DOP Trás-os-Montes, produzido pela Quinta de Sobreiro de Cima, S.A.&#60;br /&#62;
&#38;#38;bull; Valle Pradinhos Branco 2009 IGP Transmontano, produzido por Maria Antónia Pinto de Azevedo Mascarenhas&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
&#60;strong&#62;Medalha de Prata&#60;/strong&#62;&#60;br /&#62;
&#38;#38;bull; Encostas do Trogão Branco 2009 IGP Transmontano, produzido pela Adega Cooperativa do Rabaçal, C.R.L.&#60;br /&#62;
&#38;#38;bull; Valle Pradinhos Reserva Tinto 2006 IGP Transmontano, produzido por Maria Antónia Pinto de Azevedo Mascarenhas&#60;br /&#62;
&#38;#38;bull; Valle Pradinhos Tinto 2006 IGP Transmontano, produzido por Maria Antónia Pinto de Azevedo Mascarenhas&#60;br /&#62;
&#38;#38;bull; José Preto Tinto 2006 DOP Trás-os-Montes, produzido por José Francisco Lopes Preto&#60;br /&#62;
&#38;#38;bull; Lhéngua Mirandesa Branco 2008 IGP Transmontano, produzido pela Cooperativa Agrícola do Ribadouro, C.R.L.&#60;br /&#62;
&#38;#38;bull; Quinta de Sobreiro de Cima Branco 2009 DOP Trás-os-Montes, produzido pela Quinta de Sobreiro de Cima, S.A.&#60;br /&#62;
&#38;#38;bull; Valle Pradinhos Rosé 2009 DOP Trás-os-Montes, produzido por Maria Antónia Pinto de Azevedo Mascarenhas&#60;br /&#62;
&#38;#38;bull; Quinta de Arcossó Reserva Branco 2008 DOP Trás-os-Montes produzido pela Quinta de Arcossó, Sociedade Vitivinícola, Lda&#60;br /&#62;
&#38;#38;bull; Quinta de Arcossó Tinto 2006 IGP Transmontano, produzido pela Quinta de Arcossó, Sociedade Vitivinícola, Lda&#60;br /&#62;
&#38;#38;bull; Persistente Reserva Tinto 2007 DOP Trás-os-Montes, produzido por Orlando José Taveira Pardelinha&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; CVR Trás-os-Mosntes</description><pubDate>Mon, 09 Aug 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1866</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Vinho do Porto muda de cenário </title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1861</link><description>O Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP) lança esta semana uma campanha para diversificar hábitos de consumo e ir ao encontro de públicos mais jovens.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
&#38;#34;Muda de Cenário&#38;#34; é o tema desta campanha, com um orçamento de 220 mil euros para uma acção concertada de publicidade, comunicação e marketing.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
A iniciativa, a decorrer até ao final de setembro procura divulgar o vinho do Porto &#38;#34;como companhia para um Verão cool e fashion&#38;#34;, explica a direção do IVDP, respondendo a novos momentos de consumo de públicos &#38;#34;de posturas descontraídas, recetivos a novas experiências&#38;#34;.&#60;br /&#62;
Crescimento de 12%&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
A imagem rejuvenescida do vinho do Porto, dirigida a consumidores de classe média e média alta, entre os 25 e os 35 anos, aposta em imagens de cocktails feitos a partir de vinho do Porto Branco e Rosé.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
A campanha surge numa altura em que as exportações de vinho do Porto dão sinais de recuperação. No primeiro semestre, as vendas cresceram 12%, impulsionadas pelos mercados americano, onde registaram um crescimento de 50% e britânico (35%). Na Dinamarca, as vendas de vinho do Porto triplicaram.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Expresso</description><pubDate>Thu, 05 Aug 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1861</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Ouro e Prata para Vinhos DOC Douro no 18º Concurso Internacional de Vinhos de Montanha</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1869</link><description>Este ano entraram 534 vinhos de 217 produtores e 8 países. O maior galardão é a Grande Medalha de Ouro, atribuída aos vinhos mais bem classificados. &#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Este ano houve apenas duas, para dois vinhos da Alemanha. De resto, o concurso atribui medalhas de ouro e prata. Portugal recebeu uma medalha de ouro para o vinho do Douro Negreiros 2007, da Quinta das Amendoeiras. Medalhas de prata foram três, todas para vinhos da região do Douro: Marka 2008 e Marka Classic Blend 2005, da Durham Agrellos e para o Porto Caves de Murça Vintage 2007. &#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Para entrarem nesta prova, os vinhos deverão cumprir um conjunto de requisitos: terem denominação ou indicação de origem e serem &#38;#8220;produzidos a partir de uvas provenientes de vinhas com dificuldades estruturais permanentes&#38;#8221;. &#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Ou seja, serem oriundos de vinhas a uma altitude acima de 500 metros (excepto planaltos), instaladas em patamares ou socalcos e que devem possuír uma inclinação de 30% ou mais.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Revista de Vinhos</description><pubDate>Wed, 28 Jul 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1869</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Novo hotel de luxo de Vila Nova de Gaia começa a receber hóspedes a 7 de Agosto</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1859</link><description>A inauguração oficial está marcada para Setembro - com o Presidente da República, disse esperar Menezes. Mas Adrian Bridge quis mostrar primeiro a casa aos agentes locais, a quem agradeceu o apoio na realização deste investimento de 32 milhões de euros, um PIN - Projecto de Interesse Nacional plantado bem acima do peito da zona histórica, cuja imponência visual tem sido contestada nas últimas semanas. Para essa contestação, o autarca tinha uma resposta - alguns prefereriam ter aqui os eucaliptos com o lixo que, do lado de lá do rio, não se vê. E um recado: &#38;#34;Quem vai fazer o julgamento deste projecto é o povo ou, no caso, os clientes. E o resultado final vai ser um sucesso avassalador&#38;#34;, antecipou.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
O que se vê agora do outro lado do rio é um conjunto edificado em socalcos. A área de construção total ronda os 29 mil metros quadrados, mas Bridge fez questão de lembrar que mais de metade dos 26 mil metros quadrados da propriedade onde está implantado o Yeatmam Wine&#38;#38;Spa continua a ser de área verde. Pontuada com uma piscina de águas que parecem desaparecer sobre a vista do Porto Património da Humanidade, que é explorada até ao limite na configuração deste hotel. &#60;br /&#62;
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&#60;b&#62;O candidato inglês&#60;/b&#62;&#60;br /&#62;
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O projecto é &#38;#34;ambicioso&#38;#34;. Apenas 82 quartos, todos com um mínimo de 40 metros quadrados, e vários serviços a puxar pela relação entre o local, os promotores e o interesse dos turistas pelo vinho. A garrafeira - &#38;#34;a melhor de vinhos portugueses em todo o mundo&#38;#34;, apregoou Adrian Bridge - tem uma mão das várias regiões vinícolas do país. Que até foram convidadas a decorar quartos, explicou. E há ainda o Wine Spa. &#38;#34;Luxo de primeira qualidade. Não vamos competir pelo preço. Queremos atrair novos turistas para a cidade. Queremos, no fundo, definir um destino.&#38;#34; &#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
A semanas de inaugurar o teleférico que ligará o Jardim do Morro ao Cais de Gaia, Menezes fez um sobe e desce entre os pontos marcantes dos seus mandatos, e até teve tempo de, a propósito de um potente binóculo instalado no hotel, &#38;#34;de onde quase se consegue ver o gabinete do presidente da Câmara do Porto&#38;#34;, desafiar Bridge a ser o primeiro luso-inglês a candidatar-se ao lugar ocupado por Rio. &#38;#34;A região precisa de quem invista, de quem não se conforme e lute contra a corrente&#38;#34;, justificou, propondo-se ser o &#38;#34;director de campanha&#38;#34; do candidato que acabava de lançar.&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Público</description><pubDate>Tue, 27 Jul 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1859</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>ViniPortugal lançou jogo online sobre vinho e gastronomia</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1865</link><description>O jogo, que fica online no sitio http://www.quemsabemais.pt/, estará igualmente disponível para download, permitindo jogar mesmo sem ligação à internet.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
&#38;#8220;Com este jogo pretendemos aumentar a o número de vezes em que se conversa sobre o vinho e a gastronomia nacional. É uma iniciativa que cumpre o objectivo da ViniPortugal de formar e informar os consumidores sobre o mundo do vinho, em particular os vinhos portugueses e, porque estão cada vez mais associados, também a nossa gastronomia&#38;#8221;, refere Francisco Borba, Presidente da ViniPortugal.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
«Quem Sabe Mais sobre Vinho e Gastronomia» é um jogo social, com um conteúdo dinâmico e informativo no qual, segundo Amílcar Malhó, &#38;#8220;os participantes podem entrar no mundo do conhecimento sobre a vinha, o vinho, a culinária, os produtos regionais e a alimentação, de uma forma social e descontraída&#38;#8221;&#60;br /&#62;
Posteriormente, a ViniPortugal irá promover a edição deste jogo em diferentes línguas,  de forma a educar os consumidores internacionais.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Viniportugal</description><pubDate>Tue, 27 Jul 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1865</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Vinhos: «Região do Dão é a Arca de Noé das castas» </title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1858</link><description>O jornalista americano Paul White sustenta que «não há outra região no mundo que tenha mais castas desconhecidas que o Dão». Segundo ele «o Dão é a arca de Noé das castas», numa alusão à enorme variedade nesta região vitícola portuguesa.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Já o perito inglês Charles Metcalfe destacou a região do Dão como sendo uma das suas preferidas, «por causa da acidez que os vinhos revelam». Aponta que se trata de «um vinho que se pode beber agora, ou daqui a 30 anos». E conclui que «não há muitas regiões no mundo com vinhos com esta capacidade de longevidade».&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Diário Digital / Lusa</description><pubDate>Sat, 24 Jul 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1858</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Moscatel de Setúbal entre os dez melhores do mundo</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1857</link><description>A adega, sediada na Quinta do Anjo, em Palmela, é uma empresa familiar que tem sido gerida por várias gerações e que apostou recentemente na participação em concursos. &#38;#34;Apostámos num crescimento sustentado e escolhemos os concursos em que queremos apresentar os nossos vinhos&#38;#34;, explica a enóloga Joana Vida adiantando que &#38;#34;em todos os concursos que participámos fomos premiados&#38;#34;.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Este ano, para além da medalha de ouro conquistada com o Moscatel de Setúbal DOC, a casa Venâncio Costa Lima já tinha conquistado a medalha de prata no Challenge International du Vin com o Moscatel Reserva de 2003, vinho premiado com o grau prestígio no Concurso Nacional de Vinhos.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
O representante português premiado é um &#38;#34;vinho jovem, sem estágio&#38;#34;, conforme explicou ao PÚBLICO Joana Vida, enóloga da Casa Venâncio Costa Lima, que acredita que foram essas características que cativaram o júri, uma vez que este vinho &#38;#34;mostra os aromas da casta jovem, é mais frutado e muito intenso de nariz&#38;#34;, o que o transforma num moscatel &#38;#34;muito genuíno&#38;#34;. Caracterizado por um sabor em que predomina a flor de laranjeira e o mel, &#38;#34;é um vinho muito equilibrado&#38;#34; ao paladar.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Público</description><pubDate>Fri, 23 Jul 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1857</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Vinhos e turismo de qualidade</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1855</link><description>Os vinhos de Portugal têm uma necessidade enorme de ser promovidos porque o país é pouco conhecido e porque pouco se tem feito pela divulgação da sua imagem no exterior, certamente por várias razões, entre as quais o elevado custo dessa promoção.&#60;br /&#62;
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De facto, Portugal sempre se quis afirmar como destino turístico, e nesse sentido faz campanhas e promoções através do Turismo, muitas das quais com algum êxito. &#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
No entanto, até agora apenas conseguimos atrair turismo que tem orçamentos limitados ou turismo do tipo &#38;#34;mochila às costas&#38;#34;, que no final da viagem não deixam grandes réditos em Portugal. Estamos numa encruzilhada.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Quando vêm, estes turistas instalam-se num hotel onde ao pequeno-almoço se alimentam para o dia todo, porque esta refeição está incluída no preço do quarto que alugaram e porque não têm dinheiro para mais. A encruzilhada consiste em aproveitarmos este momento para tentar atrair desde já outro tipo de turistas e apresentar-lhes verdadeiramente a nossa cultura, as nossas tradições, a nossa gastronomia, e com ela os nossos melhores vinhos, seu corolário.&#60;br /&#62;
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Acções como a que descrevo para a promoção dos vinhos de Portugal têm de ser desenvolvidas ao melhor nível que nos seja possível. Para isso o Estado tem inúmeras agências capazes de liderar e se quiser pode usá-las, conforme as ocasiões.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Desde logo, o Instituto do Vinho e da Vinha (IVV), que é o organismo encarregado de promover o vinho. Mas tem também as várias organizações do vinho, como as comissões vitivinícolas regionais e as associações do sector, como sejam a Associação Nacional das Denominações de Origem Vitivinícolas (ANDOVI), a Associação dos Comerciantes e Industriais de Bebidas Espirituosas e Vinhos (ACIBEVE), a Associação Nacional dos Comerciantes Exportadores de Vinhos e Bebidas Espirituosas (ANCEVE), o Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP) e, claro, a Viniportugal, iniciada há quase 14 anos com o intuito de promover os vinhos de Portugal dentro e fora do país. Como foi incumbida de promover todos os vinhos de Portugal, é isso mesmo que deve fazer, e para tanto está dotada de um orçamento. Aconteceu que uma destas promoções, a ser feita no Canadá, foi apresentada a todos os operadores em Fevereiro de 2010. Ora eis-nos perante um óptimo exemplo de um país de onde queremos atrair turismo. Então que fazer?&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Há que estudar cada acção e definir os meios que a ela podem e devem ser alocados. Os orçamentos deveriam incluir despesas para acções promocionais deste tipo, como fez a Viniportugal no orçamento QREN. Deveria criar-se um acesso rápido às tais agências do Estado para que o Turismo, e neste caso os Vinhos de Portugal e as demais agências, pudessem responder afirmativamente desde a primeira hora. Não se procedeu assim e os resultados foram menos bons para todos! Não podemos dispersar meios nem perder oportunidades!&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Vasco d&#38;#39;Avillez | ionline</description><pubDate>Thu, 22 Jul 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1855</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Vendas de vinho do Porto aumentam 5,6% no primeiro semestre</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1856</link><description>Nos primeiros seis meses do ano foram vendidas cerca de quatro milhões de caixas de nove litros de vinho do Porto, mais 5,6 por cento do que em 2009.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
No entanto, o IVDP adverte que uma parte deste crescimento se fica a dever à reposição de stocks por parte da distribuição, já que os mesmos se terão situado em níveis bastante baixos no final de 2009 em alguns mercados.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Diário Digital/Lusa</description><pubDate>Thu, 22 Jul 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1856</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Casa do Valle em destaque na imprensa internacional</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1853</link><description>A Wine &#38;#38; Spirits classificou com 91 pontos o Grande Escolha, considerando tratar-se de um vinho que joga &#38;#8220;aromas cítricos ricos a limão com a intensidade do solo granítico&#38;#8221;, possuindo &#38;#8220;a frescura das montanhas do Atlântico, de chuvas primaveris e aromas de macieiras&#38;#8221; e um final de &#38;#8220;deixar água na boca&#38;#8221;.  &#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
A mesma publicação atribuiu 90 pontos ao Casa do Valle colheita branco 2009, destacando-o igualmente pelos aromas &#38;#8220;a raspas de laranja de suave fragrância&#38;#8221;, tendo-o como &#38;#8220;equilibrado&#38;#8221; e &#38;#8220;fresco&#38;#8221;. &#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Já a Wine Enthusiast deu 90 pontos ao Casa do Valle Grande Escolha branco 2009, realçando-lhe os aromas a &#38;#8220;damascos&#38;#8221; e a estrutura superior à média que se encontra na maioria dos vinhos da região dos Vinhos Verdes. &#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
A Casa do Valle, propriedade da família Sousa Botelho há várias gerações, localiza-se em Cabeceiras de Basto. &#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Portugal Global</description><pubDate>Wed, 21 Jul 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1853</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Prémios do 3º concurso de vinhos da Beira Interior foram entregues </title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1854</link><description>O Palácio Cristovão de Moura, na aldeia histórica de Castelo Rodrigo, acolheu no passado sábado, 17 de Julho 2010, o Jantar de Entrega do 3º. Concurso de Vinhos da Beira Interior, iniciativa promovida pelo NERGA &#38;#8211; Associação Empresarial da Região da Guarda, Comissão &#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
CRVBI &#38;#8211; Comissão Vitivinícola Regional da Beira Interior e o NERCAB - Associação Empresarial da Região de Castelo Branco.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
O júri do concurso que se realizou no dia 7 de Julho, premiou o vinho tinto Quinta dos Currais de Colheita Seleccionada de 2004, do produtor Quinta dos Currais, Lda como o Melhor Vinho DOC Beira Interior e o vinho tinto Vista TN de 2007, do produtor Aliança Vinhos de Portugal SA como o Melhor Vinho Regional Beiras. &#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Para além destas distinções, o júri atribuiu ainda, 9 medalhas de ouro, 11 medalhas de prata e 9 menções honrosas. &#60;br /&#62;
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O 3º. Concurso de Vinhos da Beira Interior seguramente a melhor de sempre, caracterizou-se pelo elevado número de participações, 74 (entre vinhos tintos, brancos, rosados e espumante) e pela qualidade dos vinhos a concurso, numa clara demonstração do interesse que esta iniciativa tem vindo a granjear junto dos agentes económicos do sector. &#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Os Prémios foram entregues pelos presidentes das entidades organizadoras, pelo presidente da Câmara Municipal de Figueira de Castelo Rodrigo, entidade cuja colaboração muito contribuiu para o sucesso do evento e pelo Governador Civil da Guarda.&#60;br /&#62;
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O 3º. Concurso de Vinhos Engarrafados da Beira Interior contou com o patrocínio da AAPIM &#38;#8211; Associação Agricultores de Produção Integrada dos Frutos de Montanha, da AEB &#38;#8211; Representação de Produtos Enológicos, Lda, da Caixa Geral de Depósitos, da Cegrel - Corretores de Seguros, Lda, da MAPFRE Seguros, da Optimus, da Syngenta Portugal - Produtos para a Agricultura, Lda e da Turismo Serra da Estrela.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; CVR Beira Interior</description><pubDate>Wed, 21 Jul 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1854</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Ervideira já exporta vinho para 23 países</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1851</link><description>A empresa, cujo início da produção de vinho remonta a finais do século XIX espera este ano facturar cerca de dois milhões de euros.&#60;br /&#62;
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&#38;#34;O nosso caminho é muito feito de olhos postos na exportação&#38;#34;, diz Duarte Leal da Costa, director executivo da empresa, em Reguengos de Monsaraz, garantindo que o crescimento se deve à &#38;#34;busca incessante&#38;#34; de novos mercados - a primeira encomenda de 14 mil garrafas para as Filipinas seguiu em finais de 2009 - e a &#38;#34;não baixar os braços perante uma crise instalada à escala mundial&#38;#34;, traduzida na &#38;#34;redução do consumo&#38;#34; e numa &#38;#34;acentuada&#38;#34; quebra de preços. &#38;#34;O excesso de produção originou a acumulação de stocks, o que levou a que nalguns mercados os preços tivessem caído cerca de 25%.&#38;#34;&#60;br /&#62;
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O empresário assinala que a Ervideira, presente em 23 países, está a vender mais para a Bélgica, Alemanha, Estados Unidos e Brasil. &#38;#34;Para o Nordeste brasileiro exportamos principalmente espumantes. Para os restantes países seguem mais vinhos tintos do que brancos, sendo o rosé perfeitamente residual em termos de exportação, pois é um mercado muitíssimo barato a nível mundial no qual não conseguimos competir.&#38;#34;&#60;br /&#62;
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Com uma produção actual de 800 mil garrafas, Duarte Leal da Costa aponta a criatividade e a inovação como &#38;#34;factores absolutamente decisivos&#38;#34; para a afirmação da empresa. &#38;#34;Não estamos de braços em baixo à espera que a crise passe. Temos estado a inovar, imaginar novos produtos e novas formas de estar no mercados.&#38;#34; &#60;br /&#62;
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Para além do vinho, a Ervideira está também no mercado do azeite e está a desenvolver um projecto de enoturismo.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Diário de Notícias</description><pubDate>Tue, 20 Jul 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1851</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Porto abre candidaturas para o Best of Wine Tourism</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1852</link><description>Promovido desde 2003 pela CMP, no âmbito da sua participação na rede internacional Great Wine Capitals Network, o concurso põe em competição os melhores prestadores de serviços no sector do enoturismo de nove capitais vinhateiras: Bordeaux, Bilbao (Rioja), Cape Town, Christchurch (South Island), Florença, Mendoza, Mainz (Rheinhessen), Porto e São Francisco (Napa Valley).&#60;br /&#62;
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&#38;#8220;Se presta serviços de enoturismo nas regiões do Douro e Porto ou dos Vinhos Verdes poderá concorrer e habilitar-se a usufruir de uma marca com prestígio internacional, a marca &#38;#8220;Best of&#38;#8221;, e associar ao seu negócio um sinal de excelência mundialmente reconhecido&#38;#8221;, pode ler-se num comunicado divulgado pela CMP.&#60;br /&#62;
Para mais informações, visite o site da CMP: &#60;a href=&#38;#34;http://www.cm-porto.pt&#38;#34;&#62;www.cm-porto.pt&#60;/a&#62;&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Publituris</description><pubDate>Tue, 20 Jul 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1852</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Quinta do Portal prepara novo vinho ibérico</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1850</link><description>A Quinta do Portal e a Liberalia Enológica vão reforçar a parceria iniciada em 2005 para criar  um novo vinho produzido dos dois lados da fronteira, em Celeiros do Douro e Zamora.&#60;br /&#62;
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Os enólogos Paulo Coutinho e Silvia Garzia vão trabalhar com quatro castas das duas regiões fronteiriças para produzir o novo vinho que pretende apresentar-se como exemplo &#38;#34;da boa relação transfronteiriça&#38;#34; assente no legado histórico comum de um rio que banha dois países, permitindo, simultaneamente, potenciar a imagem vitivinícola do Douro. &#60;br /&#62;
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Em 2005, as duas produtoras de vinho do Douro e de Castela-Leão lançaram o Duradero, produzido com as mesma variedade de uvas, mas com nomes distintos em Portugal e Espanha: Tinta Roriz e Tinta de Toro, respectivamente. E na Cimeira ibérica de Janeiro de 2009, em Zamora, os chefes de Governo de Portugal e Espanha selaram os acordos alcançados no encontro com este vinho.&#60;br /&#62;
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A Dão Sul também desenvolveu um vinho iberico, o Dourat, com a região de Priorat (Catalunha).&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Expresso</description><pubDate>Mon, 19 Jul 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1850</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Museu mostra saca-rolhas de todos os cantos do mundo </title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1849</link><description>Trata-se da maior colecção destes pequenos objectos associados à degustação do elixir dos deuses que o empresário Adolfo Roque foi reunindo ao longo de décadas, e que a família, após o seu falecimento em 2008, decidiu doar àquele espaço museológico. &#60;br /&#62;
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A importância desta colecção, com alguns exemplares arrebatados por montantes elevados em mediáticos leilões londrinos, como os da Christie&#38;#39;s, tornaram Adolfo Roque num dos 50 privilegiados de vários cantos do mundo a integrar o clube de fanáticos dos saca-rolhas I.C.C.A. &#38;#8211; International Correspondence of Corkscrew Addicts. &#60;br /&#62;
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&#38;#34;É um património de grande valor, porque além de ser a colecção de saca-rolhas mais numerosa e mais importante em Portugal, ela também é considerada uma das 50 mais prestigiadas no mundo. Representa o espírito de coleccionador que foi a figura de Adolfo Roque, um grande industrial e um filantropo&#38;#34;, declarou à agência Lusa o director do Museu do Vinho. &#60;br /&#62;
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Segundo Pedro Dias, uma grande parte destes objectos são modelos patenteados do século XIX, que representam também a &#38;#34;evolução da técnica no período da revolução industrial&#38;#34;, com exemplares das mais variadas partes do mundo, mas em particular da Inglaterra, França e Alemanha. &#60;br /&#62;
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As formas, os materiais utilizados e os elementos acoplados tornam esta colecção numa descoberta quase inesgotável a quem procurara reter as suas singularidades. &#60;br /&#62;
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A prata, o marfim, a madeira e outros materiais menos nobres ajudaram a materializar a imaginação nestes saca-rolhas, que tanto se desvendam do interior de chaves de portas, como se exibem em falos de figuras humanas. &#60;br /&#62;
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São também aves, sereias, peixes, guerreiros medievais, barris, cavalos, cornos de animal, pincel de barba, palhaço, soldado, polícia, cabine telefónica, ou elegantes miniaturas que as damas parisienses usavam para desarrolhar frascos de perfumes. &#60;br /&#62;
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&#38;#34;Representa uma paixão, uma vida, e um registo histórico do que é a evolução e a historia dos vinhos em todo o mundo. O valor que ela tem, apesar de ser a mais numerosa, não é pelo número, mas sim pela raridade e pelos modelos de patente que estão expostos&#38;#34;, sublinha Pedro Dias. &#60;br /&#62;
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Em entrevista a uma revista de economia, publicada pouco antes de falecer, em 2008, o fundador da cerâmica Revigrés, Adolfo Roque, conta que essa paixão pelos saca-rolhas surgiu quase por acaso. &#60;br /&#62;
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&#38;#34;Um dia numa viagem, comprei um saca-rolhas, e fiquei desperto para os procurar. Quando já tinha 7 ou 8, apercebi-me de que também havia antigos. Comprei muito na Christie&#38;#39;s, em Portobello, Londres, mas hoje praticamente já não há nada que eu não tenha. Tenho de bronze, de pedra, com ouro e prata, oriundos de todos os cantos do mundo&#38;#34;, revelara, então.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Sol</description><pubDate>Sun, 18 Jul 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1849</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Adega do Pico lança primeiro vinho espumante dos Açores</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1846</link><description>Ernesto Ferreira, presidente da adega, revelou ontem à Lusa que o projecto em causa, que concorre a apoios do programa PRORURAL, envolve um investimento global de 1,2 milhões de euros.&#60;br /&#62;
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A produção daquele que será o primeiro espumante açoriano deverá avançar &#38;#8220;com cautela e em função da resposta do mercado&#38;#8221;, salientou este responsável, que não adiantou mais pormenores.&#60;br /&#62;
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O projecto de modernização contempla, além da produção do vinho espumante, a realização de melhorias na sala de prensas, linhas de engarrafamento, cubas de fermentação e espaços de recepção das uvas e de armazenamento do produto acabado.&#60;br /&#62;
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A Adega Vitivinícola do Pico, com cerca de 220 produtores associados, recebe anualmente 750 toneladas de uvas, produzindo 500 mil garrafas de vários tipos de vinho.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; A União</description><pubDate>Thu, 15 Jul 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1846</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Paço de Santar tinto 2009 eleito &#34;O Grande Vinho do Dão&#34;</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1847</link><description>Este vinho produzido em Santar, Nelas, pela Dão Sul, a partir das castas Touriga Nacional, Alfrocheiro, Tinta Roriz e Tinto Cão, obteve a pontuação mais elevada entre os distinguidos com a medalha de ouro. No total foram atribuídas 18 medalhas de ouro e nove de prata.&#60;br /&#62;
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A CVR do Dão promoveu ainda uma outra competição, o II Concurso &#38;#8220;A Melhor Imagem dos Vinhos do Dão&#38;#8221;. Realizada uma vez por triénio, trata-se de uma iniciativa que pretende premiar o valor artístico dos rótulos, embalagens e folhetos promocionais no sentido da modernidade da imagem, permitindo uma melhor apresentação e competitividade dos vinhos DOC Dão.&#60;br /&#62;
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A Quinta de Lemos foi a grande vencedora, tendo arrecadado o &#38;#8220;Troféu Especial &#38;#8211; Prémio Prata&#38;#8221; na &#38;#8220;Imagem de Conjunto: rotulagem, embalagem e folheto&#38;#8221;, na sequência da obtenção de três prémios bronze na categoria &#38;#8220;Produtor &#38;#8211; Folheto Promocional&#38;#8221; e ainda outra distinção de bronze na categoria &#38;#8220;Produtor &#38;#8211; Rotulagem&#38;#8221;, com o Quinta de Lemos tinto 2007.&#60;br /&#62;
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Nesta última categoria mencionada, destaque ainda para os prémios bronze obtidos pela Sogrape Vinhos (Duque de Viseu tinto 2006), Sociedade dos Vinhos Borges (Borges Reserva tinto 2007) e Sociedade Agrícola Boas Quintas (Boas Vinhas branco 2009).&#60;br /&#62;
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O júri do II Concurso &#38;#8220;A Melhor Imagem dos Vinhos do Dão&#38;#8221; foi constituído por elementos da CVR do Dão, Instituto da Vinha e do Vinho, Confraria dos Enófilos do Dão, ViniPortugal, Turismo do Centro de Portugal, Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, Comunicar Essência, Museu Grão Vasco e Sino Publicidade.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; CVR Dão</description><pubDate>Thu, 15 Jul 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1847</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Vinhos da Pinhal da Torre distinguidos internacionalmente</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1848</link><description>O prestigiado diário norte-americano Washinghton Post que, semalmente, elege vinhos de &#38;#8220;combate à recessão&#38;#8221; (os &#38;#8220;recession busters&#38;#8221;), distinguiu o branco da Pinhal da Torre Quinta do Alqueve Fernão Pires 2008 como um elixir anti-crise. A crítica de vinhos do Washinghton Post está rendida a esta casta portuguesa e pergunta, inclusive, como é que ainda não há mais países a produzirem-na.&#60;br /&#62;
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No domínio dos tintos, destaque para o Quinta do Alqueve Touriga-Syrah 2001, que entrou na carta de vinhos de Verão do El Bodegón, um dos melhores restaurantes de alta cozinha de Madrid. O Quinta do Alqueve Touriga-Syrah 2001 é um dos destaques da carta de vinhos deste aclamado restaurante, ao lado de vinhos tão notáveis como Chateau Plamer e Chateau Pétrus.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Os vinhos da Pinhal da Torre podem ser adquiridos no El Corte Inglés, na cadeia Recheio, e nas melhores garrafeiras nacionais.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Infovini</description><pubDate>Thu, 15 Jul 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1848</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>4.ª edição do Portimão Wine Festival decorre no fim-de-semana</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1842</link><description>Além da exposição e provas de vinhos do Porto, Douro, Dão, Alentejo e Algarve, o Portimão Wine Festival inclui também uma mostra de sopas, bem como sessões de show cooking e provas de diversas iguarias.&#60;br /&#62;
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O evento é organizado pela MegaSensus, em parceria com a Câmara Municipal de Portimão, e vai estar aberto entre as 19h00 e as 01h00, com entrada livre. O copo de prova de vinhos custa 3,5 euros e três provas de sopas custam cinco euros.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; </description><pubDate>Wed, 14 Jul 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1842</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title> Medalha Double Gold para &#34;Poças Tawny 86&#34;</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1843</link><description>Com esta distinção, o vinho medalhado participará em provas de vinhos em 13 cidades norte-americanas.&#60;br /&#62;
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Foi no 30º aniversário da The San Francisco International Wine Competition, que o Porto Poças Tawny 86 conquistou a Medalha Double Gold. Esta classificação resulta da atribuição unânime de Medalha de Ouro por parte de todo o painel de jurados.&#60;br /&#62;
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A edição de 2010 da prestigiada competição internacional ocorreu entre 18 e 20 de Junho, no Hotel Nikki, em São Francisco, e contou com um painel de 45 jurados profissionais da indústria do vinho.&#60;br /&#62;
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Estiveram a concurso 3897 vinhos, provenientes de 1290 produtores de 27 países. No total foram atribuídas 160 medalhas Double Gold, 276 de Ouro, 1118 de Prata e 1343 de Bronze.&#60;br /&#62;
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Os vinhos distinguidos com as classificações mais altas (&#38;#8216;Premium Award&#38;#8217; e &#38;#8216;Double Gold Medal&#38;#8217;) serão convidados a participar num roteiro por 13 cidades norte-americanas, patrocinado pela revista da especialidade &#38;#8216;The Tasting Panel&#38;#8217;, onde participarão em diversas provas de vinhos.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Portugal Global</description><pubDate>Wed, 14 Jul 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1843</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Vinho do Porto parte à conquista de futuros profissionais de hotelaria em Espanha</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1844</link><description>A primeira sessão vai decorrer na Escuela Superior de Hostelería de Rivas-Vaciamadrid e reunir alunos do Curso de Cozinha e profissionais das principais unidades de restauração desta localidade, situada nas proximidades capital espanhola.&#60;br /&#62;
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Os alunos serão desafiados a criar pratos (em particular, sobremesas) para seis tipos diferentes de Vinho do Porto.&#60;br /&#62;
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Estas acções têm como objectivo promover o conhecimento dos vinhos, as suas características e qualidades junto destes públicos (futuros profissionais, escanções, HORECA e imprensa especializada).&#60;br /&#62;
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A próxima sessão decorrerá em Novembro, no Curso de Sommelier da Escola de Turismo da Universidade de Barcelona.&#60;br /&#62;
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Para o ano lectivo de 2010/2011 estão já agendadas acções nas cidades de Madrid, Barcelona, Bilbao, Corunha, Toledo, Valencia, Valladolid, Vitória e Tarragona, um total de 14.&#60;br /&#62;
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A Espanha é actualmente o 9º mercado mundial de comercialização em quantidade (135 mil caixas) e registou um crescimento de 2,4% em 2009. O crescimento volume de negócios atingiu 4,4%.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Hipersuper</description><pubDate>Wed, 14 Jul 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1844</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Exportações de Vinho Verde aumentam 14% nos primeiros 4 meses</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1845</link><description>De acordo com o comunicado da CRRVV, entre janeiro e abril, venderam-se  mais 556 mil litros de Vinho Verde do que no período anterior, elevando  as exportações para 4,6 milhões de litros.&#60;br /&#62;
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A CRRVV realça «a supremacia dos EUA que mantém a liderança dos mercados  internacionais, crescendo 45 por cento relativamente ao mesmo período  do ano passado».&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Diário Digital</description><pubDate>Wed, 14 Jul 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1845</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>ViniPortugal organiza primeira conferência internacional sobre vinhos portugueses</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1841</link><description>Pela primeira vez em Portugal, a ViniPortugal vai realizar uma grande conferência sobre os vinhos nacionais, a Wines of Portugal Internacional conference 2010. A conferência vai decorrer na cidade do Porto nos dias 9,10 e 11 de Dezembro e o mote definido para a primeira edição desta conferência internacional é a Touriga Nacional.&#60;br /&#62;
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Para Francisco Borba, Presidente da ViniPortugal &#38;#34;esta conferência pretende ser um grande debate internacional à volta dos vinhos nacionais e que queremos repetir anualmente com temas diferentes. Este ano vamos ter os melhores experts nacionais e internacionais como oradores nos diferentes temas da conferência.&#38;#34;&#60;br /&#62;
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A conferência organizada pela ViniPortugal, que tem como principal objectivo captar o interesse dos diferentes públicos, nacionais e internacionais, para as castas, vinhos e regiões vinícolas Portuguesas, pretende colocar no debate público internacional temas como os desafios e oportunidades para os vinhos de Portugal, a relação do Vinho com os Media, a revolução dos vinhos na Internet e nas redes sociais, a Economia e Internacionalização dos vinhos nacionais e os mercados emergentes da Ásia e Europa de Leste.&#60;br /&#62;
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&#38;#34;Para garantir a cobertura internacional da conferência a ViniPortugal vai para este evento grupos de jornalista e importadores internacionais, para além dos oradores e cientistas convidados&#38;#34;, acrescenta Francisco Borba.&#60;br /&#62;
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A Wines of Portugal Internacional Conference é aberto ao público, mediante uma inscrição e vai dividir-se em diferentes momentos: o apuramento dos vinhos Top Ten da Touriga Nacional (momento exclusivo a convidados), sessões plenárias do programa da conferência com diversos oradores nacionais e internacionais, fórum de enólogos, uma área de exposição Wines of Portugal Wine Fair e ainda reuniões bilaterais entre os participantes e cientistas internacionais do sector.&#60;br /&#62;
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A escolha da cidade do Porto para a realização deste importante evento para o sector vitivinícola prende-se com o objectivo de ajudar a promover os produtos regionais do norte do país, seja ao nível do turismo ou da gastronomia.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Viniportugal</description><pubDate>Tue, 13 Jul 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1841</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Artistas promovem o Douro</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1839</link><description>O guitarrista apadrinha o lançamento da iniciativa às zero horas desse dia, a próxima quinta-feira, mas será à luz do Sol que captará as primeiras fotos, durante um passeio de barco, daquilo que mais o marcar na região que é património mundial. O &#38;#8220;padrinho&#38;#8221; oficial do douromedia2010 deverá ser acompanhado por outros músicos do panorama nacional, mas a organização preferiu não os divulgar já.&#60;br /&#62;
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Dão a cara pelo projecto Hugo Paredes, Benjamim Fonseca e Miguel Cadeias (na foto), bem como Raul Morais, embora o douromedia2010 faça parte de um desígnio mais abrangente chamado &#38;#8220;Portal Douro Region&#38;#8221;, agregador de toda a informação sobre a região, e que será apresentado em breve. Hugo Paredes fala dele como &#38;#8220;uma porta de entrada no Douro&#38;#8221;, mas não se alarga em descrições, que reserva para as entidades que superintendem a estratégia da promoção da região.&#60;br /&#62;
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Para já, o douromedia2010 &#38;#8220;pretende que as pessoas criem conteúdos que ajudem a divulgar a região&#38;#8221;, adianta Hugo Paredes, que espera cativar os turistas para &#38;#8220;contarem as suas experiências, porque cada um pode viver o Douro à sua maneira&#38;#8221;. O responsável acredita que o projecto também contribuirá para divulgar recantos do Douro mais escondidos aos olhares projectados desde os barcos no rio ou dos carros na estrada. Ou seja, os &#38;#8220;passeios de cajado&#38;#8221;, tal como os definiu.&#60;br /&#62;
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O concurso apela à criatividade dos participantes e assenta em quatro pilares: Vinhos e sabores, património e cultura, turismo e paisagem. Divide-se em dois prémios, o me@douro que vai atribuir 2500 euros ao melhor trabalho multimédia. Pode ser entregue em CD interactivo, animação, curta-metragem, jogos, entre outros. O mir@douro, no valor de 1000 euros, vai premiar a melhor fotografia sobre o território. Os trabalhos têm de ser entregues entre 15 de Julho e 15 de Outubro. Mais informações na Internet em &#60;a href=&#38;#34;http://www.douromedia2010.com&#38;#34;&#62;www.douromedia2010.com&#60;/a&#62;.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Jornal de Notícias</description><pubDate>Mon, 12 Jul 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1839</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Grande Follies branco vence Concurso &#34;Os Melhores Vinhos da Bairrada&#34;</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1840</link><description>A Confraria dos Enófilos da Bairrada elegeu &#38;#34;Os Melhores Vinhos da Bairrada &#38;#8211; Colheita de 2009&#38;#34; no âmbito da XXXª edição deste concurso. Ao longo das últimas três décadas, a Grande Medalha de Ouro foi atribuída apenas duas vezes a um vinho branco. &#60;br /&#62;
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O Grande Follies branco, lançado em 2009, foi o vinho premiado com esta importante distinção que reflecte a qualidade dos vinhos brancos produzidos pela Aveleda que detém, além da Quinta da Aveleda em Penafiel, a Quinta da Aguieira na região da Bairrada.&#60;br /&#62;
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&#38;#34;Para produzir este vinho, realizamos uma criteriosa selecção na vinha das uvas oriundas das melhores parcelas da Quinta da Aguieira&#38;#34; refere o enólogo Manuel Soares que salienta ainda que &#38;#34;o Grande Follies Branco caracteriza-se pela extrema subtileza de uma palete rica em fruta, destacando-se as notas de pêra madura, alperce assim como flores brancas. Em boca, o vinho revela-se redondo e fresco com um final longo, suave e rico em aromas&#38;#34;.&#60;br /&#62;
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Esta primeira sessão, a decorrer no dia 13 de Julho, na Escuela Superior de Hostelería de Rivas-Vaciamadrid, vai reunir alunos do Curso de Cozinha e profissionais das principais unidades de restauração desta localidade, situada nas proximidades capital espanhola. Os alunos serão desafiados a criar pratos (em particular, sobremesas) para seis tipos diferentes de Vinho do Porto.&#60;br /&#62;
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Estas acções têm como objectivo estratégico promover o conhecimento dos vinhos, a suas características e qualidades intrínsecas da RDD junto destes públicos (futuros profissionais, escanções, HORECA e imprensa especializada) proporcionando a criação de uma relação de empatia e cumplicidade enquanto potenciais prescritores dos seus vinhos, num mercado considerado estratégico para o Vinho do Porto. &#60;br /&#62;
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A próxima sessão decorrerá já em Novembro, no Curso de Sommelier da Escola de Turismo da Universidade de Barcelona. Para o ano lectivo de 2010/2011 estão já agendadas acções nas cidades de Madrid, Barcelona, Bilbao, Corunha, Toledo, Valencia, Valladolid, Vitória e Tarragona, num total de 14, em importantes escolas e unidades de ensino como a Universid Rovira i Virgili, Escuela Superior de Hotelaria de Bilbao, o Instituto de Formação Empresarial e a Câmara de Comércio de Madrid, a União Espanhola de Catadores e diversas escolas que leccionam o WSET (Wine &#38;#38; Spirit Education Trust). &#60;br /&#62;
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A Espanha tem demonstrado um interesse crescente nos vinhos do Porto, sendo actualmente o 9º mercado mundial de comercialização em quantidade (135.000 caixas) e registou um crescimento de 2,4% em 2009 - em contra-ciclo com a quebra global verificada - enquanto que o crescimento em termos de volume de negócios atingiu os 4,4%. &#60;br /&#62;
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Refira-se aliás que esta tendência de crescimento em Espanha se tem mantido nos primeiros 5 meses de 2010.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Portugal GLobal</description><pubDate>Fri, 09 Jul 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1838</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Inovar com Porto Yes We Mix</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1837</link><description>O Instituto dos Vinho do Douro e Porto vai levar os melhores cocktails de Verão, à base de Vinho do Porto, à capital, de 15 de Julho a 8 de Agosto. &#60;br /&#62;
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No âmbito da temática de divulgação de novos consumos deste vinho, na época estival, &#38;#34;Inovar com Porto Yes We Mix&#38;#34;, Portonic, Caiporto e Porto Rosé serão as bebidas de eleição para provar e apreciar durante a exposição &#38;#34;Imagens do Vinho do Porto - Rótulos e Cartazes&#38;#34;, a decorrer no El Corte Ingles de Lisboa.&#60;br /&#62;
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Durante cerca de 3 semanas, o público da capital terá oportunidade de degustar, sem hora marcada, novas formas de beber Vinho do Porto, na presença de produtores de vinhos do Douro e Porto que não deixarão de demonstrar como o Vinho do Porto continua a ser sinónimo de tradição e inovação. Toda esta acção vai ser integrada numa &#38;#8220;Feira de Vinho do Porto&#38;#8221; com degustações permanentes durante o período da exposição.&#60;br /&#62;
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A 28 de Julho, às 18h30, o chef José Avillez junta-se a Bento Amaral, do IVDP, para uma prova comentada de Vinho do Porto, criações exclusivas para harmonizar com vinhos do Porto de qualidade superior. Dirigida a convidados do ECI estarão em prova e degustação Kopke Colheita 1997, Krohn 30 anos, Grupo Symington Vintage 1995, Noval LBV 2004 e Messias Dry Old White.&#60;br /&#62;
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A iniciativa promovida pelo ECI, conta, além do IVDP, do Museu do Douro.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Mediana</description><pubDate>Thu, 08 Jul 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1837</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Vinhos da Beira Interior em concurso</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1834</link><description>Nesta edição estarão a concurso 74 vinhos, de 20 produtores da região da Beira Interior, entre vinhos tranquilos ou espumantes, tintos, brancos ou rosados, classificados com a Denominação de Origem Controlada (DOC) ou como Vinho Regional das Beiras.&#60;br /&#62;
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A entrega de prémios terá lugar no dia 17 de Julho, no interior das ruínas do Palácio Cristóvão de Moura, na Aldeia Histórica de Castelo Rodrigo.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Porta da Estrela</description><pubDate>Wed, 07 Jul 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1834</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Adega Cooperativa do Algarve produz 75% do vinho algarvio</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1835</link><description>No total, tem 145 associados de toda a região, &#38;#34;onde cerca de 20 sócios põem 60/70 por cento da produção&#38;#34;, avançou José Pina, presidente da Adega Cooperativa do Algarve, ex-Adega Cooperativa de Lagoa. &#60;br /&#62;
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Por isso, será necessário para a direção criar melhores condições para que a marca seja reconhecida. É que, para José Pina, se a adega acabar, todos os produtores sofrem e o vinho no Algarve quase que acaba.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Barlavento on-line</description><pubDate>Wed, 07 Jul 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1835</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Vinho Bucelas procura novos mercados</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1831</link><description>Apesar de ter começado a sua própria produção apenas em 1991, António Paneiro Pinto, 59 anos, praticamente nasceu na vinha. Bisneto de António Joaquim Pinto Júnior e João Camilo Alves - ambos produtores de vinhos de Bucelas no século XIX &#38;#8211; o dono do Chão do Prado reclama para a sua casa o título de &#38;#8220;última empresa familiar&#38;#8221; da Região Demarcada de Bucelas.&#60;br /&#62;
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Dos tempos dos avós, António Paneiro Pinto recorda o transporte das uvas para o lagar nos carros de bois e as operações na vinha em que se recorria a quase 20 homens para fazer o trabalho que hoje é assegurado por um único funcionário com uma máquina.&#60;br /&#62;
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Os avanços da técnica, como a substituição da maioria da madeira por inox, a aplicação de frio e as preocupações ambientais, nos últimos anos, são outras das grandes diferenças apontadas pelo produtor.&#60;br /&#62;
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A adega de António Paneiro Pinto &#38;#8211; uma das que, juntamente com a Quinta da Murta e as Caves Velhas, abriram as portas ao público anteontem, no âmbito das celebrações do Dia Nacional do Vinho &#38;#8211; produz 30 mil garrafas por ano, entre vinho branco e espumante. O Chão do Prado emprega sete pessoas e inclui um restaurante e um quiosque no centro de Lisboa.&#60;br /&#62;
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Apesar de reconhecido nacional e internacionalmente pela sua qualidade, o Bucelas tem tido dificuldade em impor-se nos mercados externos, devido à pressão dos preços de vinhos de outros países onde a produção é muito maior, a mão-de-obra mais barata e as preocupações ambientais menores.&#60;br /&#62;
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Sendo a única região do país demarcada apenas para vinhos brancos, Bucelas tem uma área de vinha de 132 hectares, embora esteja a crescer, com investimentos de alguns produtores que começam a procurar penetrar em mercados como o brasileiro e o angolano. &#38;#8220;Até há uns anos, em Portugal, entendia-se que vinho a sério era tinto. Agora, o branco está na moda. E o Bucelas mais&#38;#8221;, remata António Paneiro Pinto.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Jornal de Notícias</description><pubDate>Tue, 06 Jul 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1831</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Vinhos do Tejo alcançaram três medalhas de ouro no International Wine Challenge </title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1832</link><description>Os vinhos tintos do Tejo alcançaram três medalhas de ouro no International Wine Challenge, um dos concursos de vinhos mais prestigiados a nível internacional.&#60;br /&#62;
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Pela região do Tejo, receberam o ouro os Vinhos Vale D&#38;#8217; Algares &#38;#8220;D&#38;#8221; Tinto, de 2007, e Vale D&#38;#8217; Algares &#38;#8220;Selection&#38;#8221; Tinto, de 2008, ambos do produtor Quatro Âncoras, bem como o vinho Tributo Tinto, de 2008, produzido por Rui Reguinga Enologia. &#60;br /&#62;
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Os resultados, anunciados durante a Feira Internacional de Vinhos de Londres, deram ainda a conhecer mais seis medalhas de prata e cinco de bronze para a região do Tejo, para além de 23 distinções como &#38;#8220;recomendados&#38;#8221;.&#60;br /&#62;
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Estes resultados vêm confirmar a crescente qualidade dos vinhos do Tejo a nível nacional e internacional, no seguimento de muitos outros prémios idênticos conquistados já em 2010.&#60;br /&#62;
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Portugal foi mesmo o terceiro país, de um total de 46 participantes, com mais vinhos premiados com a distinção mais elevada.&#60;br /&#62;
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&#38;#8220;Este é o prémio do trabalho contínuo que tem vindo a ser desenvolvido e reforçado para promover os vinhos da região e alterar o seu posicionamento em Portugal e nos mercados estrangeiros&#38;#8221;, afirma José Pinto Gaspar, presidente da Comissão Vitivinícola Regional do Tejo&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; CVR Tejo</description><pubDate>Mon, 05 Jul 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1832</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item><item><title>Nuno Magalhães premiado pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho</title><link>http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1833</link><description>Segundo a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), o livro, editado em 2008, foi considerado uma das &#38;#8220;melhores obras publicadas sobre viticultura&#38;#8221;. &#60;br /&#62;
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A OIV, com sede em Paris, França, atribuiu na categoria Viticultura o primeiro prémio a Nuno Magalhães e igualmente ao investigador italiano Renzo Angelini, coordenador da obra &#38;#8220;L&#38;#8217;Uva da Tavola&#38;#8221;. &#60;br /&#62;
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O objectivo foi distinguir contribuições científicas originais e relevantes de importância internacional. &#60;br /&#62;
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Na obra o &#38;#34;Tratado de Viticultura - A videira, a vinha, o Terroir&#38;#34;, o investigador propôs-se colmatar uma &#38;#34;lacuna&#38;#34; que detectou na literatura portuguesa sobre a vitivinicultura. &#60;br /&#62;
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Ao longo de mais de 600 páginas, o professor fala sobre o ciclo vegetativo e reprodutor, a propagação da videira, morfologia externa e histologia da videira, melhoramento genético, a instalação da vinha, poda de Inverno e condução, ecofisiologia da vinha, rega, ou doenças, pragas e desordens provocadas por factores abióticos. &#60;br /&#62;
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Nuno Magalhães, professor e investigador há mais de 30 anos, tem desempenhado um importante papel em investigações relacionadas com a seleção genética da videira e é consultor de empresas de várias regiões vitícolas do país. &#60;br /&#62;
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&#38;#8220;Desde cedo me apercebi da lacuna que a insuficiência de documentos sobre vitivinicultura em português representava, não só para apoio na formação dos alunos, como também para consulta e actualização de profissionais do sector&#38;#34;, afirmou. &#60;br /&#62;
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Foi por isso que, segundo acrescentou, surgiu a ideia de elaborar um livro de &#38;#34;viticultura geral&#38;#34;, ou seja, &#38;#34;não circunscrito técnica e geograficamente ao país, que pudesse servir de suporte, de fácil consulta, a todos aqueles que trabalham ou se interessam pela vitivinicultura&#38;#34;. &#60;br /&#62;
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O objectivo da investigação foi seleccionar, de cada casta, os clones mais resistentes aos vírus, com mais produção e mais qualidade, e determinar aqueles com mais açúcar ou mais tintos. &#60;br /&#62;
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Actualmente, a maior parte das grandes empresas produtoras de vinho já plantam as suas vinhas com material seleccionado. &#60;br /&#62;
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Nuno Magalhães salientou que o trabalho de selecção teve muita importância na Touriga Nacional &#38;#34;porque era uma casta que estava em extinção&#38;#34;. &#60;br /&#62;
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Recentemente o professor emérito da UTAD foi condecorado pelo Presidente da República com o grau de Comendador da Ordem de Mérito Agrícola.&#60;br /&#62;&#60;br/&#62;&#60;b&#62;Fonte:&#38;#160;&#60;/b&#62; Notícias Lusófonas</description><pubDate>Mon, 05 Jul 2010 00:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="true">http://www.infovini.com/pagina.php?codPagina=22&amp;codNoticia=1833</guid><author>infovini@infovini.com (Notícia)</author><category>Notícias</category></item></channel></rss>